O livro em que abri a boca de espanto em cada página. E onde percebi, finalmente, que para se fazer um bom livro, não basta escrever bem. É preciso ter uma cabeça dos diabos. E este tinha, e se tinha.
Estive quase mas mesmo quase para não me juntar aos meus colegas neste fim de tarde tão cheio de sol e de boas energias. Mas algo me fez recuar à ultima da hora e juntar-me a eles. Tinha perdido uns momentos tão bem passados e não tinha reencontrado amigos tão queridos e dos quais tinha muitas saudades.
Estou a ficar uma anti-social, essa é que é a verdade. E isso tem que mudar. Sempre odiei pessoas metidas consigo mesmas e nada mais.
Calma, não acordei cedo para ir ao ginásio mas estou a estudar há umas horas. Bom, com pausa para espreitar as notícias, tirar umas fotografias, olhar pela janela e ver Lisboa tão enevoada...
Então bom domingo, sim? Por aqui podia ser bem melhor mas não tenho de que me queixar.
E quem me faz companhia num sábado que começou bem cedo e que se espera tão looooooongo?
O meu novo bebé, mais que lindo, e que irá garantir a minha dose compulsiva de cafeína logo pela manhã. E sim, consegui estragar o outro termo que roubei ao meu irmão.
Então bom fim de semana, sim? Por aqui estuda-se muito e mais tarde tenta-se recuperar o bom humor perdido algures esta semana. Ó cabeça mais difícil, quando a neura ataca não há quem me ature. Nem eu própria...
Um jogador português com possibilidade de ir ao Mundial, com tanto ainda para dar ao Benfica esta época, e lesiona-se desta forma palerma, num choque com um colega de equipa.
Não faz mal o professor chegar meia hora atrasado a uma reunião quando a vista é assim, tão deslumbrante. Especialmente num dia tão luminoso como o de hoje.