Gosto de comer. Apesar de ser esquisita, é coisa que faço com a maior das alegrias. E há muitas comidas de que gosto verdadeiramente, quase todas inimigas do meu lado Gira&Magra. Uma boa pizza é, talvez, a que está no topo da lista. Sou uma básica, eu sei. Mas quando a ideia "pizzaaaaaaaa" me vêm à cabeça, tão depressa não penso noutra coisa. Hoje comi uma pizza mesmo mesmo mesmo boa que acalmou por uns tempos o monstro da pizza que vive dentro de mim. E sosseguei porque há muito tempo que queria experimentar este restaurante que abriu numa zona de Lisboa que só me lembra uma infância feliz. Enfim, um almoço com todos os ingredientes para dar certo.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Vamos ser felizes os dois
E beber muito café!
O termo foi descaradamente roubado ao meu irmão mas não me parece que lhe esteja a fazer muita falta lá pelo Oriente.
O termo foi descaradamente roubado ao meu irmão mas não me parece que lhe esteja a fazer muita falta lá pelo Oriente.
domingo, 30 de março de 2014
Domingos em família
E um sol em modo "vai e não vai". Sem problema, passei o dia inteirinho em casa. Um domingo muito bem passado.
sábado, 29 de março de 2014
Tanta sede de praia
De areia e deste mar imenso. Fechar os olhos e respirar bem fundo nesta praia que é tão minha. Depois, voltar a acreditar que tudo é possível. E começar tudo de novo.
Saí de Lisboa e só parei aqui. Voltar a este sítio é o melhor dos meus dias.
Sábados de manhã #85
A tão desejada primavera escondeu-se em parte incerta e os dias cinzentos estão de volta. Hoje não me aborrece muito porque vim trabalhar e estaria p'ra lá de deprimida se o sol brilhasse como deve ser num dia de primavera.
A meio da tarde fujo de Lisboa, vou carregar baterias e ser feliz. A semana não me correu bem. Andei distraída e instrospectiva mas daquela maneira em que não sei para que lado me virar e acabo por não fazer nada de jeito. E sinto-me mais triste. Mas passa, tudo passa. Nunca perco a coragem e a capacidade de dar a volta por cima. Isso é bom.
sexta-feira, 28 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
de volta à adolescência
Sempre que volto a casa dos meus pais ao fim de semana renasce um pouco do meu lado mais adolescente. Gostava de ajudar a minha mãe mas faço-me de distraída e não ajudo tanto como devia, faço de conta que não percebo a desarrumação do meu quarto, durmo como um bebé e as manhãs na cama têm um sabor diferente. Mas há uma coisa realmente muito especial e que me faz sentir sempre mais feliz. Quando me arranjo para sair, estou a escolher a roupa, a maquilhar-me, a dar beijinho à mãe, a sair de casa e a chamar o elevador... sinto-me outra vez com 16 anos e absolutamente nada mudou. O que não é verdade, eu nem sequer sou a mesma pessoa. Mas esta sensação de continuidade nas coisas boas, nas pessoas que me fazem bem, as que deixo em casa e as que vou encontrar, dão-me uma segurança e uma tranquilidade incomparáveis.
E tudo isto me faz pensar numa coisa que anda aqui a pairar há algum tempo. Penso na minha adolescência e chego à conclusão que fui uma grande betinha. Achávamos, eu e as minhas amigas, que éramos umas grande malucas, que bebíamos imensos copos e que fazíamos muitas loucuras. Pois, não fazíamos nada disso. Não passávamos de umas miúdas que gostavam muito de sair à noite, de beber umas bebidas que nos faziam sentir muito adultas e sim, apanhámos várias bebedeiras tolas. Mas o mais importante é que gostávamos, acima de tudo, de nos divertir uns com os outros. Éramos umas verdadeiras meninas de coro, nunca me metemos em sarilhos, nunca arranjámos problemas e, se fizémos algumas figuras tristes, contam-se pelos dedos de uma mão. E aprendemos com isso, quanto mais não fosse pela vergonha.
Enfim, esta conversa daria pano para mangas. Até posso meter-me aqui a falar, qual velha do Restelo, da juventude perdida dos dias de hoje, essa pouca-vergonha que vejo por aí, às vezes tão perto de casa. Mas não vou fazer isso porque não acho que seja sempre assim e generalizar é muito feio. Além disso, a minha adolescência não foi assim há tanto tempo (já estávamos no presente século, oh god!) e tenho a certeza que outras gerações disseram o mesmo de nós.
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segunda-feira, 24 de março de 2014
Benfica
Quase dois anos depois, os Diabos Vermelhos mudaram de sítio, os No Name Boys entoam cânticos novos ,tenho dificuldade em reconhecer os jogadores do 3ºanel lá para baixo, há pessoas que não me apetece encontrar, mas há coisas que nunca mudam. Mesmo. Este ambiente incrível, esta magia quando subo aquelas escadas e começo a ouvir a multidão e, sim, prontos, chorei disfarçadamente por trás dos óculos de sol. Há coisas que nunca mudam.
domingo, 23 de março de 2014
dia do pai
Não enchi o facebook com fotografias do meu pai mas ninguém pode dizer que não sou boa filha.
Hoje é o primeiro de quatro jogos. Só nós os dois.
sábado, 22 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
Hoje, às 16:57
Mais uma oportunidade para respirar fundo e seguir em frente. Disse adeus ao inverno que me custa tanto a passar, ao frio e às roupas pesadas e agora só quero saber de ténis de pano e blusas leves. Hoje, para ajudar à festa, vim de mota por essa Lisboa ainda a acordar e foi maravilhoso. Já estou muito mais croma e até meio atrevida a passar entre os carros e a acelerar sempre que é possível.
Enfim, hoje vou repetir até à exaustão "Eu quero ser feliz!". Até ouvi dizer que hoje é o dia mundial da felicidade. Será verdade? Vinha mesmo a calhar...
Bom dia!
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quarta-feira, 19 de março de 2014
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