quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

State of mind #86

Finalmente, o sol regressou. E eu estou a precisar tanto desta luz.

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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Nem a propósito

Quando a vida te dá laranjas, faz um sumo de laranja.




E se a vida te dá limões (que eu me esqueci de fotografar), faz uma tarte de limão. Já muito fotografada aqui.




Mais uma

Este blogue Inesperado começa a chatear-me seriamente. Será que esta pessoa, ou estas pessoas, conhecem os meus pensamentos mais secretos, aqueles que não partilho com ninguém, as minhas desilusões e frustrações? Ou estes textos são como os horóscopos que servem para toda a gente e todos nos identificamos um bocadinho com o que está escrito? Será que estou a ficar maluquinha? Parece-me que sim...
"Calibrar expectativas", ora aí está uma coisa interessante e que tem tanto a ver com o que se tem passado nesta cabecinha tão confusa e tão perdida. Apreciar o esforço (quando ele existe) e dar valor ao que se tem. E, se queremos mesmo outras coisas, ir procurar a outro lado e não esperar que os outros façam o impossível só porque nós não estamos satisfeitos.

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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Melhoria contínua

Hoje vou dar o primeiro passo para me livrar dos óculos e aventurar-me numas lentes de contacto. Sinto-me cada vez mais dependente dos óculos, agora já não é só para a televisão ou para conduzir. Entro numa loja e sinto que preciso ver melhor, estou na rua e já me irrita não ver o número dos autocarros ou o nome das ruas. Ui, então se alguém me acena na rua, lá estou eu com ar intrigado e olhos de toupeira a pensar quem será aquela pessoa. Ou estou com o nariz colado às coisas (bom, não tanto) ou então lá estou eu a percorrer a mala à procura das gaffas. Pois, não dá mais. Acredito que tenho bons olhos para as lentes porque sou uma chorona de primeira. Por isso, só preciso ultrapassar a enooooorme confusão que me faz enfiar os dedos nos olhos e estou pronta para ficar óculos free.

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do amor

Dar mais uma chance ao que sentimos, arranjar forma de ultrapassar o que nos divide e não desistir assim com tanta facilidade. Saber que o nosso amor deve ser, tem que ser a coisa mais importante das nossas vidas porque, se assim não for, nada disto vale a pena. E, mesmo assim, perceber que podemos mudar, ceder, aprender mas nunca esquecer a pessoa que somos e manter sempre a nossa essência. Impossível? Não mas é difícil. Porque esta coisa de ser feliz dá mesmo trabalho. Mas vale tanto a pena.

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domingo, 19 de janeiro de 2014

Vir a casa

Tem destas coisas. E outras igualmente boas.


sábado, 18 de janeiro de 2014

Sábados de manhã #76

Voltar onde já fui feliz, respirar bem fundo e ganhar coragem para fazer o que tem de ser feito.



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

State of mind #84

Aproveitar as noites em casa, enrolar-me numa manta e deixar-me ficar, já que os dias são todos passados na rua. E, em dias como hoje, como a última semana, só apetece fechar bem a porta e só sair quando o sol se dignar a aparecer.
Ahhh, e será escusado dizer que o meu humor anda cinzentinho como o tempo... Bahhh!

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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

State of mind #83

Ainda bem que venci a preguiça e o desânimo. Agora estou com aquele cansaço mesmo bom de quem merece uma boa noite de sono.

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Inesperado desesperado

Ó pá, se este blogue ganhasse 1€ por cada vez que toca na ferida de uma pessoa, estaria a ganhar muitos milhões. O último post fala da pessoa ideal e eu penso muito nisso, não só com alguém com quem tenha uma relação, mas alguém que idealizo e comparo constantemente... a mim própria. Muitas vezes esta pessoa é só uma imagem na minha cabeça mas, às vezes, materializa-se em pessoas que estão à minha volta. Conhecidas ou desconhecidas. Ora, isso é uma chatice e mexe um bocado com a minha auto-estima, que já foi muito mais estável e segura, e com a minha sanidade mental que esta coisa de andar sempre a ver coisas onde elas não existem também não é lá muito saudável. A verdade é que é bom haver um termo de comparação e de preferência que seja sempre superior a nós. Mas isto de andar sempre a achar que os outros (reais ou imaginários) são sempre melhores que nós também não faz bem nenhum.

 Blogue Inesperado

das coisas importantes

Um dos meus lemas de vida "Quando não é preciso mudar, é preciso não mudar" às vezes pode ser muito traiçoeiro. Isto porque muitas vezes nos agarramos a coisas que já não fazem sentido e não percebemos. Pois, podia estar a falar daquelas questões colossais da nossa vida, que também se aplica. Mas o que eu queria mesmo dizer é que estou fartinha dos achaques do Firefox e estou a  milímetro de instalar o Chrome, por muito que esta raposa me comova. A sério que sim. Tenho que pensar e decidir.

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Bom dia!

Acordámos cedo e com uma disposição relativamente aceitável, tendo em conta o pior fim de semana de sempre. Mas não falemos nisso agora. Concentrar-me mais em mim e no meu bem estar é o que mais importa por agora.
Então boa semana, sim?

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sábado, 11 de janeiro de 2014

Sábados de manhã #75

Uma manhã cinzenta passada no Oceanário num ambiente completamente mágico. Adorei!
Agora a tarde é de trabalho muito intenso para compensar a manhã de passeio. Mas a minha cabeça está cheia de tanta coisa... Vamos lá ver se consigo tornar as próximas horas no mais produtivo possível.












sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

State of mind #82

E prontos, carreguei no botão e recomecei tudo, é outra vez Ano Novo e tenho trezentos e muitos dias pela frente para fazer tudo bem. Manter foco naquilo que (re)aprendi e não largar nunca esta forma de estar. As outras... as que me falham... são para trabalhar e mudar. São as mais difíceis, é certo, são muitos anos de maus "hábitos". Mas eu vou conseguir.
Por agora, falhámos o ginásio porque a faculdade falou mais alto e não tive mesmo hipótese senão vir agarrar-me ao computador. Logo à noite vamos ser mais do que dois à mesa e a nossa casa vai cheirar a folhados de queijo de cabra e a caril de frango. E amanhã há festa. Uma festa diferente mas muito boa. Parece-me bem.

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Dias bons #29

Precisava tanto de uma noite assim. Voltar a mim mesma, ao que sou e ao que quero ser. E bastou parar para respirar, para me recordar de tantas coisas boas e para me deixar ser feliz com coisas que são só minhas. É tão importante sermos fiéis a nós próprios à medida que vamos crescendo e aprendendo. Não nos esquecermos de onde viémos e não apenas para onde vamos.
Hoje volto a ser mais Joana. E esta Joana quer tanto mas tanto ser feliz. Só que às vezes esquece-se do que tem que fazer. E que ser feliz dá trabalho. Não podemos esquecer as bases que sustentam tudo e foram essas que recuperei numa noite muito bem passada.





terça-feira, 7 de janeiro de 2014

State of mind #81

Bahhh!

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

2013 ainda assombra por aqui

Prometi que ia ser diferente. Mais energia, mais iniciativa, mais concentração. Pois, não aconteceu. 2014 partiu e esqueceu-se de mim no ultrapassado 2013. Apetece-me gritar... Happy New Year! E começar de novo. Vamos embora?

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sábado, 4 de janeiro de 2014

Sábados de manhã #74

Acordei tarde. Já não fiz parte daquilo que me tinha proposto.
Um temporal desabou sobre Lisboa. Viagem de mota é para esquecer.
Tenho a cozinha semi-inundada. Mais uma parte da manhã a tirar água do chão. Abençoadas casas velhas.
Venho trabalhar uma hora atrasada. Sem carro, sem chapéu de chuva, sem um casaco decente para a chuva.
Vacilo entre ir para casa ver o estado da minha cozinha e meter-me numa cave a estudar.

2014, se estás aí a ouvir-me, dá-me aqui uma ajudinha, sim?

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State of mind #80

Para repetir incansavelmente este ano.
Olá 2014!

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

2013

E o ano está mesmo a chegar ao fim e tenho que confessar que é um enorme alívio. Não foi um ano muito bom, dentro da minha cabeça e do meu coração, por isso não vou fazer retrospectivas nem grandes alaridos. Vou agarrar no que aprendi, na clareza de espírito que ganhei com tantas cabeçadas e vou entrar em 2014 com um enorme sorriso nos lábios e cheia de esperança no futuro. No fundo, não tenho de que me queixar, sei que sou uma miúda com imensa sorte e sou muito grata a quem contribui para isso. À minha família que está sempre do meu lado e para quem eu não tenho grande paciência. Aos meus amigos que são o meu porto de abrigo e onde vou à procura de mim própria sempre que ando mais perdida. Ao João que é... o João. O mundo pode dar muitas voltas, a minha cabeça pode encher-se de dúvidas e reavaliar tudo vezes sem conta para ver se ainda vale a pena. Mas o coração não se engana e esta é a minha pessoa. E eu não vou desistir de nós. Não posso e não quero. Os últimos meses do ano já foram de reencontro. O importante agora é não perder o rumo. Tenho a certeza que o melhor ainda está para vir.
2014, estou à tua espera. Ansiosamente.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Sábados de manhã #73

Regressar a casa, rever os amigos que tanta falta me fazem, esta cidade que faz parte de mim e onde preciso de voltar sempre. Especialmente quando a vida me prega algumas partidas... Agora só volto a Lisboa para o ano, de retrospectivas e expectativas resolvidas, com o corpo mais descansado, com a cabeça e o coração no lugar e prontíssima para o novo ano que está a chegar.


terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal

E prontos, nem sei bem como cheguei aqui mas já é mesmo mesmo Natal. Depois de ter alucinado um bocadinho com trabalho, de ter dito mais asneiras estes últimos dias do que em toda a minha vida (ai o Pai Natal!) e de continuar a dever muitas horas ao sono, ontem às 22 horas entrei de férias, doida para sair de Lisboa e de não pensar mais no que deixei para trás, pelo menos nos próximos dois dias. Mas, ao fazer as malas para regressar aqui, a casa, não queria deixar o João para trás. Queria continuar ali com ele ou trazê-lo comigo. E até isso foi bom porque o último ano foi difícil e foram mais as vezes em que precisei de tempo e espaço para mim do que aquelas em que não quis descolar dali. 
Cada vez aproveito menos os dias anteriores ao Natal, os preparativos e as decorações. A excitação por esta época acho que acabou quando tinha 10 anos. Mas não deixo de adorar estar com a família, os sonhos de abóbora da mãe e a aletria das tias, a palhaçada à mesa com os primos e todas essas coisas que fazem o meu Natal e que, no fundo, são as únicas coisas que verdadeiramente importam. Por isso, para quem me lê, se alguém me lê, só desejo que possam ter o mesmo que eu este Natal, a família toda junta, o irmão querido que veio do outro lado do mundo, a cabeça sem problemas e muita alegria.

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sábado, 21 de dezembro de 2013

Sábados de manhã #72

Dia para repôr ALGUM sono em falta, para sair de mota por essa Lisboa cheia de sol, para reunir com pessoas do coração e passar uma tarde muito divertida. Agora, a noite é de trabalho e de scones quentinhos que saem do forno daqui a pouco.
O trabalho tem sido intenso e, apesar do cansaço, a sensação de dever cumprido é muito boa e não devia ser esquecida. Hoje consegui relaxar um pouco, apesar de ainda ter tanto para fazer. Manter o foco naquilo que é essencial é a ideia mais importante neste momento. Daqui a pouco estamos no natal e tudo isto terá passado. Aguentaaaa Joana, que estamos quase na meta!

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E por hoje

Tento retomar o hábito das noites em casa, a desligar a cabeça das responsabilidades e das coisas que ainda não fiz, a voltar aos bons momentos com as pessoas do coração e, acima de tudo, a descansar este corpinho tão cansado.


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

post natalício... ou talvez não.

A cinco dias do Natal é com muito prazer (e um alívio enorme) que anuncio que já comprei todos os presentes que me tinha proposto este ano. Yuppi! Bom, a verdade é que este ano os presentes estavam limitados ao pai, à mãe e ao João já que vou dar ao meu irmão um valor exorbitante (nos meus padrões) para ele largar o Japão e vir passar o natal com a família. Tenho a certeza que as pessoas que recebem todos os anos uma lembrança minha preferem que eu tenha o meu irmão em casa no natal. Senão também não merecem nada.
E assim, ontem o João e eu armámo-nos na melhor raça de tugas e fomos até ao Dolce Vita Tejo despachar uma data de presentes. E ainda bem que não fui ao ginásio porque andar naqueles corredores inacabáveis arruina as pernas de uma pessoa. Quando saí de lá vinha completamente acabada.
Hoje estou a trabalhar em safety mode, só concentrada no absolutamente prioritário. Dormi mal e pouco, a chuva impediu que viesse de mota (ainda estou a aprender) e a greve do metro deixou-me com uma tonelada de nervos logo de manhã. Tenho um trabalho para entregar e coleguinha irritante anda desaparecido, o que poderá não ser totalmente mau. Dói-me a cabeça e as costas, tento enganar o sono com café e só de saber que tenho 12 horas de trabalho pela frente é coisa para me dar ganas de gritar bem alto. Só não o faço porque preciso mesmo guardar energia.
Post natalício? Não me parece. Ainda não...

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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

State of mind #79

Há frases que nos irritam por soarem a clichés, coisas que as pessoas dizem só para não ficarem caladas. Mesmo que signifiquem uma verdade que, mais cedo ou mais tarde, temos que admitir. Nesta vida, tudo passa. A bem ou a mal, todos os momentos maus que enfrentamos têm um fim inevitável. E melhores dias virão. Nesta fase em que estou, mal dormida e stressada, com mil e um trabalhos da faculdade para fazer, 14 horas seguidas de trabalho, a maioria do tempo fechada numa cave a olhar para um computador e a aturar pessoas parvas que atrapalham e dificultam o nosso trabalho, parece que esta travessia não tem fim à vista. Mas o fim existe e é a essa ideia que tento agarrar-me. Bem feitos ou mal feitos, os trabalhos têm que ser entregues na 6ªfeira e o trabalho de casa/exame tem que ser entregue até domingo à noite. E depois posso respirar bem fundo e dormir melhor, posso pensar mais a sério no natal e na passagem de ano, nas retrospectivas que gosto de fazer e nos planos e resoluções para 2014. 
Sim, é mesmo verdade, nesta vida tudo passa.

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domingo, 15 de dezembro de 2013

State of mind #78

Uma pessoa sai para almoçar e depara-se com este sol. Mas tem que voltar para a cave. Não é justo.


Nó na garganta

Rua do Carmo, 2h da manhã. Vinha a amaldiçoar a minha vida (para variar) por ter saído de casa por um par de horas que não valeram a pena, com tantas coisas para fazer e a dever umas horas de sono a este corpinho tão cansado. Até que João querido, muito mais (d)esperto que eu, me diz "olha aquela-pessoa-que-tu-dizes-que-te-deixa-mal-mas-não-consegues-desmarcar-te-e-que-falaste-no-blogue-aqui". Demorei uns bons segundos a perceber o que ele estava a dizer porque a dose de cansaço e de frio estavam a deterioriar o meu cérebro. E, entretanto essa pessoa afastava-se em sentido contrário enquanto o João me perguntava "não lhe vais falar?". Respondi que não sem hesitar e com toda a determinação e continuei a descer a rua em direcção ao Rossio.
Hoje não me arrependo de ter virado costas e ter seguido o meu caminho. Sei que a coisa não ia correr bem de qualquer forma e que iria ficar mal. E eu já não estava lá muito bem. Ainda por cima, quer-me parecer que essa nuvem negra da minha vida também já estaria com um copo a mais, não tenho a certeza. Sim, não me arrependo mesmo da atitude que tive. Mas, não consigo deixar de sentir uma certa tristeza pelo ponto em que as coisas estão. Com qualquer outra pessoa querida do meu mundo, eu teria desatado a correr, nem que fosse só para dizer boa noite. Só que, desta vez, consegui desligar-me de toda a carga emocional e ignorar. E, apesar de ter achado que fiz bem, como já disse, também não estou nada feliz com o facto de ter, finalmente, dado um passo para me afastar. Sinto que falhei de alguma maneira. Enfim, acho que é esta minha veia de tolinha que acha que ser boa pessoa significa aguentar tudo e dar sempre a outra face. Tenho é que acordar para a vida e proteger-me mais.
Nos entretantos, hoje regressámos ao trabalho o mais cedo que foi possível e às 10.30h já estava em frente ao computador, ao lado de pessoas que me deixam para cima. Vou mazé despachar isto para ter um fim de tarde decente e uma boa noite de descanso. 
Bom domingo!

sábado, 14 de dezembro de 2013

Sábados de manhã #71

Nestes dias em que começo por amaldiçoar tudo, acordar cedo, não acordar cedo o suficiente, trabalhar o fim de semana todo, dever ir ao ginásio, não ter tempo para ir ao ginásio, não poder ir a um jantar de aniversário esta noite, esse jantar também não ser um programa imperdível (e podia continuar nisto até ser noite), tento com todas as minhas forças pensar nas coisas boas que o dia me oferece: ainda bem que acordei cedo porque Lisboa tem um sol matinal lindo, vou trabalhar em boa companhia e com certeza não faltarão motivos para rir à toa, não vou ao ginásio mas para a semana compenso e liberto toda a energia menos boa que vou, de certeza, acumular este fim de semana. E, por fim, posso não sair para jantar mas vou aproveitar o sossego da minha casa e ter tempo para mim, que tanto preciso.
Agora, vamos lá largar o pessimismo que me tem perseguido como uma sombra e continuar a trabalhar.
Bom fim de semana!


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Sabes que algo não está bem

Quando o ponto alto do teu dia foi jantar no McDonalds. Vida triste esta, hein?

Bom dia!


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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013