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quinta-feira, 13 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
E que cliché é esse, Joana?
segunda-feira, 10 de março de 2014
sábado, 8 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
State of mind #91
Graças a Deus! Esta semana (que para mim começou na 4ªfeira) já não se aguenta mais. Estou uma morta viva muito mal humorada e até eu próprio tenho dificuldade em me aturar .
Este fim de semana viajamos até Coimbra para um programa familiar. Parece-me bem porque seremos muitos e eu estou a precisar de dias com uma boa dose de descanso e boa disposição. E sim, também vou em espírito de missão para fazer o que tem que ser feito. Sou muito boa pessoa, sabem?
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quinta-feira, 6 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
P'ra você tudo é Fevereiro
Acabou-se o Carnaval, larguei o mundo das lantejoulas e dos brilhantes e dos 20 quilos de pinturas na cara para vir tratar de assuntos sérios, para retomar a vida doméstica entre supermercados e sopas e lasanhas e bolinhos de chocolate. Acordar cedo e agora andar aqui a arrastar-me, a contar os minutos para sair do trabalho e ir para casa fazer absolutamente nada. Ao contrário de ontem, que estava absolutamente eléctrica e me meti a fazer mil e uma coisas, hoje estou com uma valente preguiça.
Nos entretantos, fica aqui uma das poucas fotografias deste carnaval, sorte ter sido com a minha fantasia nova. Sim, o corpete não ficou uma maravilha, os collants estão tortos e o chapéu ficou pequeno aqui à cabeçuda. E sim, ainda estou de chinelos.
Este carnaval deixou-me muitas coisas na cabeça que preciso arrumar. Na energia que me falta, no juízo que sempre tive e que vejo faltar nos outros, no quanto me diverti sempre, com ou sem copos. E penso muito nos meus amigos, os que estão mais presentes e nos que agora estão mais ausentes. A minha diversão sempre dependeu deles. E saber isso é mesmo bom!
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
da amizade
Ainda tenho o coração descompassado da tarde de ontem. Tanto tempo sem falarmos, tanta distância, tanta culpa por não ligar mais vezes, por não insistir mais, por não a puxar para perto de mim. E no entanto, bastaram dois segundos para estarmos como sempre estivémos, para parecer mesmo que ainda falamos todos os dias, que trocamos mensagens a toda a hora, que estudamos nas Amoreiras, dançamos toda a noite na Kapital e que não tarde nada estará a tocar à campaínha para bebermos um café. E eu posso não compreender as decisões nem as razões mas a amizade supera isso tudo e eu estou mesmo feliz por ter reencontrado esta amiga de quem eu gosto tanto.
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
no escurinho do cinema
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
podem calar-se, por favor?
Obras no andar de cima e uma vontade de desaparecer daqui. Hoje só consigo trabalhar assim, de música bem alta nos ouvidos, não me interessa se parece mal ou não.
Hoje estou chateada.
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Para aquilo que me deu
É Carnaval
Dias para carregar muito bem as baterias, esperar por sexta feira, não pensar que já não tenho idade nem corpo para estas loucuras, ansiar muito pelo clima de lua-de-mel que o carnaval representa para mim, para nós. Depois, é só fechar os olhos e embarcar nesta aventura que me faz tão mas tão feliz.
Aqui vou eu
Uma semana mais curta à espera de dias de muita festa, noites muito frias e um optimismo e boa energia para manter, a todo o custo. Então, olá querida segunda feira!
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sábado, 22 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
dos sítios de sempre
Bar do Teatro Maria Matos. Gosto de lá ir beber um copo a meio da semana, só para desanuviar. Fica perto e é calminho. E ontem... salvou o meu dia.
vai-te embora inverno!
E o sol já começa a aparecer antes das 7.30h da manhã, o que ajuda imenso à mentalização matinal do Rise&Shine. Até quando está nublado ou mesmo a chover, a claridade faz uma diferença impressionante. Acordar com o sol e tomar o pequeno almoço com luz natural a entrar pela cozinha (que está virada para poente, bahhh!) é um luxo a que poucos dão valor.
Não sou, definitivamente, uma pessoa de inverno, de dias curtos, de chuva, de mantas e lareira. Preciso do sol, dos dias intermináveis, de roupas leves, de praia e esplanada. Mas, depois de mais um rigoroso inverno, já me contentava com uma primavera tímida que me livrasse do frio que entra pelos ossos e da chuva que não deixa fazer nada.
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