sábado, 5 de outubro de 2013

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Facto comprovado depois de ler o post anterior

Bolas, estou a ficar velha.

Coisas da vida #4

 Ontem calhou passar por um sítio que teve grande importância para mim e para um certo ex-namorado que já mencionei por aqui. Não pude evitar sorrir e parar para pensar nas coisas da vida, passadas e presentes. E lembrei-me que tal pessoa deve estar na iminência de ser pai, se já não o foi. E tudo isto me deixou um super nostálgica e até um pouco triste. Não por ele estar prestes a ter um filho com outra, credo!, até fico feliz, mas bateu-me assim, de repente, que a vida não pára nunca, que não espera que ninguém se decida ou se levante depois de uma queda. A vida continua sempre e a minha também, mesmo depois de tantas lágrimas choradas por este amor falhado, em que acreditei que nunca mais iria gostar de ninguém. E para quê? Para, passados uns meses, já estar fresca e fofa completamente prontíssima para outra? Porque foi o que aconteceu. E foi um amor ainda maior que o outro. E todas estas divagações fazem-me pensar que tudo aquilo que tenho de valioso, e que me enchem o coração, não serão também tão fugazes como esse amor que me acompanhou na adolescência. E quem me garante que, se eu abrir a mão neste preciso momento, largar tudo que tenho e partir para outra, chorar todas as lágrimas que estão guardadas cá dentro, não estarei mais maravilhosa que nunca daqui a uns tempos? E, se assim for, será que tudo isto vale a pena?

imagem daqui

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Do inferno ao paraíso em poucas horas

 Sim sim, o inferno já toda a gente sabe, trata-se de uma certa equipa que joga de encarnado para os lados do Colombo e que ontem se espalhou ao comprido "lá na França". Sobre esse assunto, ainda não estou preparada. Mas uma coisa para a qual eu estava preparadíssima e que transformou o dia 2 de Outubro de 2013 num dia menos negro foi o final da noite no B.Leza a ouvir, mais uma vez, o Nicolau Santos a atirar com poesia muito bem escolhida enquanto por trás tocavam um jazzinho mesmo bom. Isso e um gin tónico, diga-se a verdade. E valeu bem a pena, especialmente quando o querido Nicolau nos brindou com um José Régio que eu tanto gosto. Ora vejam lá a minha versão favorita neste post, uma interpretação do Villaret que até arrepia. Bem que ele avisou que declamar aquele poema era uma ousadia. Mas saiu-se bem.
 Com tudo isto conclui que, para além de ter adorado a noite, o jazz é um dos meus tipos de música favorito e que tenho a cultura de uma lesma no que toca a poesia. Shame on me!
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Bom dia!

 Por aqui o sol já espreita e eu volto a acreditar que é possível ser feliz. Então, vamos (re)começar? Um minuto de cada vez...

terça-feira, 1 de outubro de 2013

State of mind #64

O meu estado de espírito anda mais ou menos como o tempo... Cinzenta e desanimada que até mete dó!

imagem daqui


domingo, 29 de setembro de 2013

State of mind #63

Fui, claro que fui, votei em plena consciência e agora espero pelo melhor. Sem grandes esperanças, diga-se. Mas a democracia é mesmo assim.

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sábado, 28 de setembro de 2013

Sábados de manhã #60

Vamos aproveitar uma certa energia que me invadiu esta manhã e trabalhar um bocadinho, fazer render ao máximo as horas deste dia tão cinzento. Será que consigo?

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Nas sextas-feiras da vida

Uma semana de altos e baixos, momentos de verdadeira inspiração e outros de autêntico desastre. Eu sou assim, se acreditasse em signos diria que sou uma típica gémeos. Mas uma coisa é certa, nunca deixo de acreditar que amanhã será sempre melhor e que vou alcançar a estabilidade e a paz de espírito que tanto procuro.
Para já, vou prolongando mais um bocadinho esta semana e depois sim, começo de novo. Mais uma vez.

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Surpresas boas


Depois, de tantas voltas que nós damos, de tantos sítios que visitamos e pessoas que conhecemos, a vida por si só também dá muitas voltas, regressamos à casa de partida e ganhamos muito mais do que achámos possível. e eu ganhei, ou recuperei, uma certeza inabalável de que nunca estarei sozinha, que a família, mesmo quando não a escolhemos, é algo que deve ser preservado, mesmo que isso implique algumas chatices. 
Por isso, vou recordar para sempre o jantar de 2a feira, o dia em que juntámos os primos crescidos todos e conversámos e rimos até altas horas. e as promessas de repetir estes programas muito mais vezes. mas para próxima seremos muito mais, para além das crianças, vamos abrir as portas àqueles que já fazem parte das nossas vidas e que, eu falo por mim, também dão tanto valor a estes momentos.



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

sábado, 21 de setembro de 2013

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Agora a sério

 Quando se gosta mesmo de verdade e a outra pessoa precisa de nós, nem pensamos duas vezes. Eu estou para aqui com queixas mas iria ao Ikea as vezes que fossem precisas, sem pensar duas vezes. E metia-me numa garagem escura e suja a montar móveis sem reclamar. Bom, também não exageremos porque lá reclamar eu reclamo e até sou muito boa nisso. Mas está tudo bem. E quero acreditar que, quando for a minha vez, também tenho alguém disponível para mim sem grandes hesitações.

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santa paciência - parte II

E que mais fizeste tu, Joana, pela beatificação da tua pessoa? Então, fui montar os móveis. Sim, os tais que não são para a minha casa, para a minha pessoa, para a minha vida.
Das duas, uma: ou sou mesmo boa pessoa ou sou muito parva.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

músicas de sempre #13

Não a música, que é novinha, mas quem a toca. Podem passar mil anos que esta voz é inesquecível e dá-me sempre um certo arrepio. Pelo "Better Man", pelo "Black" e pelo eterno "Last Kiss". E porque tenho uma história para recordar em inúmeras músicas dos Pearl Jam. Memórias... o que posso fazer?


santa paciência

E o que fizeste tu, Joana, num dia tão chato e tão aborrecido como o de ontem? Pois então, enfiei-me no ikea a comprar coisas para outras pessoas, outras casas, outras vidas. Percorri aqueles corredores labirínticos e sobrecarregados de estímulos e tal para, no fim, vir para casa de mãos a abanar. Se eu mereço? Provavalmente sim, tenho que repensar o meu karma. Mas, seja como for, independentemente das conclusões a que chegue, tenho a dizer uma coisa: quem disser que eu não sou boa pessoa, altruísta nas horas e com uma paciência de Santa Joana, leva um pontapé.

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vida de estudante

 Eu juro que tento. A sério! Assim que entro numa sala de aula penso que vou estar 90 minutos super atenta e concentrada no que o professor está a dizer, que devia interessar-me imenso porque são as cadeiras do curso que escolhi. Mas um professor que, apesar de ter um inglês fantástico, tem a voz mais monocórdica e aborrecida do mundo a falar em electrões e outras cenas esotéricas, numa perspectiva nada prática, é demais para mim. O esforço que faço para me manter não só atenta como acordada é brutal.
 Depois, seguem-se mais 90 minutos de algo completamente diferente mas igualmente mau. Uma professora que fala tão bem inglês como o meu cão e que faz o ar mais idiota de sempre cada vez que alguém tem uma dúvida. Senhora, mais valia dizer logo que não sabe. Está estampado na sua cara. Enfim, por cada calinada no inglês os meus ouvidos estalavam e o esforço que tive que fazer para não desatar a rir foi demasiado para a minha pobre cabeça. Resultado: uma valente dor de cabeça que só passou totalmente ao final do dia com uma dose de cavalo do melhor medicamento do mundo (a seguir ao álcool): chocolate.

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

State of mind #61

Tanto mas tanto sono. Deitei-me tarde, acordei cedo mas já super super super atrasada para vir trabalhar. Pois. O resultado é que andei a mil à hora (mais do que o habitual), vim a correr para não chegar tarde e a más horas e agora estou com uma neura que não se aguenta. E o dia hoje será looooongo...

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