segunda-feira, 2 de setembro de 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
sábado, 24 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Até domingo
Durante quatro dias vou dedicar-me exclusivamente a esta árdua actividade. Depois de um fim de semana fantástico com os melhores amigos de sempre, de um casamento que dificilmente esquecerei porque foi uma festa de arromba e de mil planos para umas férias bem longe daqui, vou descansar muito este corpinho cansado das frustrações desta vida e tentar ser feliz... um minuto de cada vez. Até já!
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sábado, 10 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Nós por cá
Estava um sol fenomenal mas apeteceu-me um B&W para as fotos. Diz que é chique, não sei...
Estava mesmo a precisar de um dia assim, pôr a leitura em dia, de livros e jornais, apanhar muito sol para ficar com um bronzeado bem jeitoso para uma festarola muito especial no sábado e ter um quality time (também tão chique) com mãe querida. Agora estou de rastos, vou esticar-me ali um bocadinho e fazer-me de morta, coisa que tenho imenso jeito para fazer.
sábado, 3 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
na Rua da Memória mora esta pirosa
Olhando para trás concluo que, se um dia tiver uma filha assim, como eu fui, vou morrer de vergonha.
sábado, 27 de julho de 2013
sábado, 20 de julho de 2013
Sábados de manhã #51
“Quais são as tuas
palavras essenciais? As que restam depois de toda a tua agitação e projectos e
realizações. As que esperam que tudo em si se cala para elas se ouvirem. As que
talvez ignores por nunca as teres pensado. As que podem sobreviver quando o grande
silêncio se adivinha. As que terás dito na confusão das que disseste. As que
talvez sejam só uma por qualquer outra ser demais. A que é impronunciável por
ser demais o dizê-la na exterioridade do dizê-la. A que se confunde talvez com
a simples emoção de dizer. A que talvez nem exista ainda antes de a inventares.
A que, se a inventares, deixará logo de te pertencer. A que está antes da que
te aflora mesmo ao olhar. A que é a identidade de ti quando a morte já tiver
vindo quando a quisesses saber. Qual é a tua palavra essencial que o próprio
Deus desconhece.”
Vergílio Ferreira, uma leitura de sempre e para sempre.
P.S. Sim, ando a desenterrar tesourinhos.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Férias?
Pois, supostamente, hoje seria dia para fazer o que me apetecesse, para ir à praia, para ir passear o Paco, para almoçar no terraço na maior calma do mundo, para dormir na minha cama de sempre e recarregar as baterias. Mas, estou a trabalhar numa sala com ar condicionado, quando o sol lá fora me parece fantástico. Não faz mal, daqui a pouco saio daqui, vou buscar as minhas tralhas que estão prontíssimas desde ontem e partir naquela estrada. Para sempre? Bom, não nem queria. Segunda feira estou de volta para uma consulta há muito esperada e, quem sabe, para trabalhar mais um bocadinho, ainda estou à espera para saber.
Nos entretantos, vou só mostrar trabalho para ver se justifico o paycheck no final do mês. Até já!
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quinta-feira, 18 de julho de 2013
Olá férias
Dia para ver séries e filmes, cozinhar, fazer arrumações e passear na melhor companhia do mundo. Amanhã há mais...
terça-feira, 16 de julho de 2013
Bom dia!
Dia em que me aborreço com namorado querido, em que acho que ele é isto e aquilo, blá blá blá, mi mi mi, sonho com o meu ex-namorado. Até aqui podia fazer imenso sentido, ao nível da psicanálise mais corriqueira. Mas eis que o sonho não é tão linear quanto isso e está cheio de factos estranhíssimos. Logo, aberto a variadas interpretações o que faz com que esteja práqui, desde que acordei, a pensar no assunto. Não que a questão C. seja o que verdadeiramente importa: paixão assolapada de uma adolescência longínqua, deu-me com os pés para ficar com outra (e fez muitíssimo bem, aquela história já não se aguentava), chorei até me secarem as lágrimas e parti para outra alegre e contente da vida. Questão C. arrumada já lá vão uns bons 9 anos (?!!?). Mas o que verdadeiramente interessa é o local do sonho, a forma como estávamos vestidos e até o cabelo. Pois, o meu (in)subconsciente vai ao mínimo detalhe. Porque razão haveria ele de estar com um fato dois tamanhos acima? E porque razão teria o cabelo tão liso e direitinho? E porque é que estávamos, com outras pessoas, numa sala tão escura que mal nos víamos? Bom, só para ficar registado, sonhei que lhe dava os parabéns pelo nascimento da sua criança, coisa que penso só acontecerá lá para o outono, mas que estava muito atrapalhada e sem saber muito bem como agir. E ele também, quase não olhávamos um para o outro e estávamos muito constrangidos. E prontos, é nisto que ando a pensar desde que acordei. Pelo menos dá-me vontade de rir mas gostava mesmo de tentar perceber estes enredos que formulo nesta cabeça tonta.
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
Sábados de manhã #50
Abençoado dia cinzento que me permite estar todo o dia fechada nesta cave e não ter uma neura do tamanho do universo. Só uma piquena neura do tamanho de três voltas ao mundo. Em ziguezague. Ultrapassando montanhas e vales. Montada numa burra velha que cheira mal.
Então bom fim de semana, sim?
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