sábado, 29 de junho de 2013

Sábados de manhã #48

E todo o tempo do mundo!


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Pronta!

Não é um estado de espírito. É mesmo algo que vou fazer já

 Se conseguir não adormecer até chegar a casa, vou juntar as minhas tralhas indispensáveis, reunir as poucas forças que me restam e conduzir até àquele lugar onde guardo a forma e os ingredientes que preciso para me reconstruir outra vez. Engraçada esta coisa de podermos ser felizes em muitos lugares mas só alguns contém a fórmula mágica.
 Bom, fiz o último exame da época regular e que me roubou os poucos neurónios que me restam, quase nem me lembro do meu nome, para o mês que vem há mais, tenho feito tantos atentados à dieta que me quer parecer que ela está morta a um canto e o futuro é tão incerto que nem me atrevo a pensar muito nisso. Nem conseguiria, diga-se. Mas isso agora não interessa nada, é 6ªfeira e nos próximos dois dias vou fazer... ABSOLUTAMENTE NADA!

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quarta-feira, 26 de junho de 2013

terça-feira, 25 de junho de 2013

Pára tudo e vai apanhar ar

Acabei de escrever "estabilidade emocional" quando pretendia escrever "estabilidade dimensional". Claramente um sinal...

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We are the world

 A temática filhos começa a ser abordada com alguma naturalidade entre os meus amigos. E isso anda a assustar-me um bocadinho assim... muito. Porque não quero ter essa idade, porque não quero ter essa responsabilidade, porque se há uma parte da minha vida que andou para a frente, há outra que ficou parada lá atrás, aí nos 18 anos, porque ainda estou a crescer e, se não sei cuidar de mim, quanto mais de uma pequena criatura.
 Mas devo confessar (e esta é a parte em que espero que namorado querido não leia o blogue) que esta questão também já não se assume como um grande monstro de três cabeças, que talvez não seja o fim do mundo e que, TALVEZ, seja uma coisa a encaixar para mais breve do que eu pensei. Claro que, para já (ou daqui a 9 meses) está fora de questão por tantas e boas razões que não vale a pena estar a enumerá-las. E sim, já sei que nunca é a altura certa e blá blá blá, mas sei que é preciso querer e eu agora não quero.
 E esta conversa vem a propósito do quê? Oh pá, cada vez acho mais graça a crianças. A sério, eu que não tinha grande paciência, agora acho piada. Como o miúdo que, ao ver uma moradia com o portão e grades azuis insistia que aquilo era uma esquadra da polícia: "Mas ó mãe, tu não estás a perceber? Aquilo é a políííícia!" Não era mas ele tinha a certeza absoluta. Adorável! Ou então o miúdo no autocarro, que ia à janela muito interessado no céu e a tecer mil considerações acerca das nuvens. A avó a ligar-lhe zero. Até que ele pergunta o seguinte: "Ó avó, porque é que as nuvens andam?" ao que avó queridíssima e muito impaciente responde: "Olha, porque sim!" (uma fofa, diga-se). Criança não gostou e diz "amanhã se chover não vou à visita da escola" e avó indignada pergunta porquê. Criança responde com o mesmo ar de desdém da avó "Olha, porque sim!". Lindoooo! Por pouco não fui lá encher a criança de beijos e a avó de estalos.

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segunda-feira, 24 de junho de 2013

State of mind #54


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Nos entretantos

 Fui à endocrinologista tirar as dúvidas em relação à tiróide chata. E o resultado foi... que as dúvidas continuaram e resolvi, de uma vez por todas, procurar uma 2ªopinião. Não quero parecer pessimista nem hipocondríaca. Ou daquelas pessoas que, quando recebem uma boa notícia, se recusam a acreditar e que procuram sempre respostas mais negativas. Mas acho MESMO que os valores das análises são demasiado estranhos para me mentalizar que devo baixar a medicação. E tenho tanto medo de voltar à estaca zero em tantos factores da minha vida que são afectados pela tiróide que não posso baixar os braços à primeira. Não quero voltar a engordar, não quero voltar a ter o colesterol a rebentar a escala, não quero voltar a sentir aquele cansaço brutal que me perseguia para todo o lado e, acima de tudo, não quero voltar a sentir aquele desânimo absurdo.
 Por tudo isso, vou fazer-me de parva e continuar a tomar a dose que me acompanha desde dezembro e esperar 15 dias por uma nova consulta com um novo médico. Depois logo se vê.

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Eu gosto é do Verão

 Mesmo com traições descaradas à dieta, mesmo com os dramas do costume, indecisões e coisas do género, mesmo que na minha praia quase pareça inverno.
 Mais uma semana que começa, mais um longo caminho a percorrer, com as poucas certezas que tenho renovadas. Então boa semana, sim?






sábado, 22 de junho de 2013

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Dia #84

 Pois, há fortes razões para eu não falar neste assunto há imenso tempo... Não tenho sido a menina mais bem comportada do mundo e o resultado é... 300g em três semanas. Praticamente mandei a dieta para o espaço, só retomei o ginásio a sério há uma semana e acho que foi ele que me deu este escasso saldo positivo na balança. Fraca! Sou muito fraca! Começa a época de exames com uma avalanche de stress e desato a comer à toa. E, confesso, o facto de já estar realmente mais magra, disso se notar bem e de quase toda a gente mo dizer também não tem ajudado. Dá-me a permissão para fazer asneiras e toca de comer batatas fritas (que saudades!), gelados e beber uns copitos. Não pode ser! Falta-me 1 kg e 200g para o 1ºobjectivo e até lá não posso desviar-me da rota. Claro que ninguém é de ferro e os deslizes estão contabilizados mas não pode ser a rambóia que reinou para estes lados nas últimas semanas.
 Mas isto não quer dizer que eu não possa ter um bocadinho de pena de mim própria, pelo menos nas próximas horas. Amanhã de manhã  tenho um exame super importante e sei que, até lá, a minha cabeça e o meu coração não vão sossegar. E a comida ajuda muito a sentir o conforto que preciso para me manter minimamente concentrada na recta final. Pois, é isso mesmo, sou mesmo muito fraca. Por isso, hoje vou permitir-me a alguns deslizes mas, para compensar, vou aproveitar a hora do almoço para fazer uma hora inteirinha daquele Step que faz transpirar até os meus segredos mais profundos. Pode ser que, assim, a desgraça não seja total porque para a semana tenho novo encontro com a balança.
 Nos entretantos, estou seriamente na dúvida em relação a este fim de semana. O coração puxa-me para fugir daqui mas a ínfima parte racional que ainda vive em mim diz-me para ficar sossegadinha em Lisboa a estudar muito. Acho que amanhã, quando sair do meu exame, e depois de gritar bem alto, vou pensar seriamente no caso. Até lá, sou 100% análise de vigas isostáticas, diagramas de momento flector e esforço transverso. Maravilha, não?

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Há um ano era assim

 Mantém-se quase tudo. A carteira, o telemóvel, o estojo do Sempre em Festa, as mil bolsas às cores. E de certeza que os óculos de sol são os mesmos, o porta-chaves, a cigarreira, o saco das compras, o abanico. Sou muito agarrada às minhas coisas, é essa a verdade. E se a mudança começasse por aqui?


Coisas

O meu mundo cabe todo aqui. Não há compulsão maior para uma (esta) mulher.


terça-feira, 18 de junho de 2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Bom dia!

Adormeci e acordei a acreditar que é possível.

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domingo, 16 de junho de 2013

State of mind #52

Chamem-me quando o mundo estiver mais colorido e luminoso. Até lá, acho que vou ficar aqui, quieta e calada, à espera que a vida passe.

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sábado, 15 de junho de 2013

sexta-feira, 14 de junho de 2013

sexta-feiraaaaaa

 Nem parece porque o dia de ontem foi para fazer absolutamente nada ao nível da faculdade. Não quer dizer que tenha estado o dia inteiro de papo para o ar mas não estudei nada de nada. Fiz arrumações, lavei roupa, organizei o monte Evereste que tenho para estudar, fiz um almoço p'ra lá de bom, comprei um microondas,... Enfim, também era feriado, certo?
 Hoje foi dia de regressar ao ginásio, logo de manhã para abrir a pestana mais depressa. E soube mesmo bem, apesar de reconhecer que perdi a pouca forma que já tinha adquirido nas últimas semanas em que fui ao ginásio com uma bela assiduidade. É para continuar, está bem? (Repito eu a mim mesma vezes sem conta!)
 Logo à noite sigo para longe de Lisboa e da rotina dos dias que passam sem nos apercebermos bem para onde vamos ou o que andamos a fazer. Pelo menos comigo é assim. Volta sim volta sim, preciso de me reencontrar nos sítios onde já fui feliz.

E o que mais fizeste tu neste último dia santo, Joana?

Pequei. Muito. E sabia a limão.