segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

sem título e sem grandes conversas


Em modo off até voltar a ter o coração no sítio.


imagem daqui

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Até já

 Hoje vim de carro para o trabalho, armada em fina. Isto de uma pessoa ser aumentada e receber uma bonificação de fim de ano em plena crise dá para estas coisas. Toca a gastar gasolina e um balúrdio de parquímetro (esta doeu!), afinal os senhores da Galp e da Emel também precisam, coitadinhos.
 E depois, vou para casa, arrumar as minhas tralhas e partir para o Natal, que é passado em Lisboa mas em modo vai e volta para a casa dos paizinhos, como manda a tradição. Se o meu coração aguentar só regressarei a casa em 2012. O velho cliché aplica-se bem aqui: "Home is where the heart is" e o meu está ali, no Lumiar. Quanto a isso não há nada a fazer.
 Depois do Natal regresso aos estudos em modo intensivo com uma pausa para dois dias de loucura na viragem do ano. Tenho a certeza que vai ser pra lá de espectacular! E a partir daí, espera-me um ano novinho em folha para eu fazer dele o que bem me apetecer. E isso é muito bom!

imagem daqui

FELIZ NATAL!


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Neura 1 - Espírito Natalício 0




 De casa da minha avó vê-se o rio. Bem, hoje não. Hoje via-se meia ponte. Mas não deixa de ser uma vista fantástica.
 Os presentes de Natal estão todos comprados, mesmo os que estavam no topo da lista. Até o trapinho para esperar o Pai Natal já cá canta.
 Entretanto fui atacada por uma neura gigantesca e tentei curá-la com massa, cogumelos e vinho tinto. Ajudou um pouco, precisava deste aconchego no fim deste dia estafante e sensível. Mas há qualquer coisa aqui dentro que ainda não está bem. E talvez nunca venha a estar, totalmente bem, para dizer a verdade. E enquanto não arrumo estes assuntos chatos, podia distrair-me com o Natal. Tenho a árvore cheia de luzes e enfeites, os presentes à volta, pais natal de chocolate espalhados pela sala. Mas será que o Natal é só isto? Enfim, não me sinto muito natalícia hoje... Talvez amanhã, quando chegar a casa e provar os sonhos de abóbora acabados de fazer eu seja invadida pelo mais profundo espírito natalício e o meu interior fique mais a condizer com a quadra.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Gosto do Natal


 Gosto dos presentes, adoro a algazarra do dia, de nos juntarmos e falarmos todos ao mesmo tempo, da mesa cheia de sonhos, de gente de todas as idades que está ali com o simples propósito de estar. Apenas estar. Gosto da familiaridade do espaço, de saber que a avó, apesar de já ter partido, também está ali connosco, porque é a ela que devemos esta forma de saber estar. Todos, sempre. E gosto de saber que será sempre assim. As vidas mudam, adaptam-se, mas nós estamos sempre ali. Se não for dia 24, será dia 25. Se não for no Natal, será um dia destes, um qualquer dia em que nos apeteça estar juntos. E gosto de saber que tenho uma família, no verdadeiro sentido que se pode dar a esta palavra. Cheia de calor e barulho, com conflitos e muito afecto, com momentos fantásticos e outros menos bons porque se foi com eles que aprendi a amar, também posso dizer que foi com eles que me preparei para ir à guerra.
 Caramba, hoje estou mesmo lamechas.

P.S. - Os ingleses é que estão certos e têm o mesmo verbo para Estar e Ser. So true...


imagem daqui

Living and enjoying it


 Ontem foi dia (ou melhor, noite) de compras de Natal, as primeiras de uma lista cada vez mais curta mas cada vez mais cheia de significado. Gosto disto. Gosto de ter percebido que só devemos perder o nosso tempo (e dinheiro) com quem realmente importa e está lá para nós. E não deixar que os outros percam o seu tempo connosco, assim ficamos todos na mesma.
 Claro que faltam os presentes do topo da lista, os mais importantes de todos, mas já é hábito. Melhores momentos de inspiração virão, tenho a certeza.
 Entretanto, por aqui trabalha-se até 6ªfeira mas a um ritmo que me permite ter tempo para tratar das questões natalícias e afins. Ainda preciso comprar alguns presentes, embrulhar outros de forma primorosa (para serem rasgados em 2 segundos) e distribuir Boas Festas por aí. Ahhh, e um trapinho bem jeitoso para receber o Pai Natal em condições. Esse terá que ser outro momento de inspiração que paciência não há.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

E o melhor de tudo...



imagem daqui
imagem daqui

Vila Franca do Campo, S.Miguel, Açores

... é que tenho uma caixa inteira destas tentações açoreanas só para mim. São verdadeiras bombas calóricas e uma delícia. O azar (ou a sorte) é que não se encontram com muita facilidade no continente e eu não tenho familiares nem amigos em S.Miguel. Por isso, cada vez que me aparecem à frente, é uma festa!


State of mind #3

imagem tirada daqui

 Por aqui, hoje é domingo. Estou a carregar baterias e só admito sair de casa para atravessar a rua e comprar uma revista ou qualquer coisa de chocolate. E e... só se me apetecer muito. Até lá fico por aqui e sabe mesmo bem.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Dias bons e menos bons



 A manhã começou bem cedo com assuntos delicados e sentimentos difíceis. Fez-me pensar que a vida consegue ser bem tramada por si só e que eu não devia ser tão implacável.
 O fim da manhã à beira rio foi mesmo o que precisava para me sentir como nova. Estava um sol fantástico, não havia vento nenhum e o rio estava lindo que só ele.
 Não me canso de dizer que Lisboa é uma cidade linda e o Tejo dá uma grande ajuda. Sou uma privilegiada por estar aqui, nesta cidade que adoro.



sábado, 17 de dezembro de 2011

Hoje apetece-me mesmo isto


E amigos amigos amigos amigos e amigos.


I'm not a morning person


07:45 - Avenida de Roma

 Mas tenho muita pena.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Vinha mesmo a calhar


foto e receita aqui



 Mesmo assim, continuo a achar que foi uma grande ajuda ter um nutricionista giro e autoritário. “Pão de sementes? Nem pensar!”, “então e onde é que está a proteína? Não ingeres proteínas?”, “molho de iogurte acabou!”. Ainda bem que não o questionei acerca de sushi, álcool e outras coisa que não vale a pena enumerar.
  A verdade é que não alterei de forma radical os meus hábitos alimentares mas aprendi a disciplinar-me e a planear melhor as minhas refeições, até o snack a meio da manhã. Acima de tudo, não passo fome! Claro que,dependendo dos dias, ainda há momentos complicados, especialmente ao fim do dia, em que o recomendado não me chega. Preciso sempre de mais qualquer coisa, especialmente se estiver em casa. Se estiver a estudar então não há hipótese, preciso de calorias! É assunto a acertar no início do próximo ano, quando lá voltar. E para lhe confessar que sou uma pecadora e faço muitas asneiras... Ai ai ai!

Tudo isto para dizer que emagreci 2 quilos

  A tiróide resolveu dar-me algum descanso. Continua em más lençois com anticorpos maus a fazerem-lhe a vida negra mas parece que, por agora, deixou que alguém fizesse o trabalho por ela. Alguém é como quem diz aquele comprimidinho branco que tomo religiosamente todas as manhãs e que me acompanhará para o resto dos meus dias. Vou continuar com as análises regulares, uma ou outra ecografia mas, para já, o primeiro objectivo foi cumprido: acertámos na dose da medicação e o meu corpo já não sofre de forma tão drástica a ineficácia da tiróide.
  Tudo isto para dizer o quê? Então é assim: acabaram-se as desculpas para os quilos a mais, para o cansaço constante, para as neuras que surgem do nada, para o cabelo que não vale nada, para as unhas miseráveis. A partir de agora, a minha tiróide está quimicamente substituida e já não interfere com o pleno funcionamento deste corpo e EU sou a única responsável por torná-lo naquilo que pretendo.
  É altura de mostrar o que sou verdadeiramente. E sim, estou assustada. Fiquei sem bode expiatório.



quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

No meu bairro é Natal



 Não há iluminações de Natal na Av. Liberdade, no Rossio ou na Av. Roma? Quero lá saber! A minha rua está cheia de luz e eu gosto disso.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O que vejo por aí

 Ontem, vi uma senhora dar de mamar ao seu bebé em pleno autocarro da carris. Era uma viagem longa e sem hipótese de esperar um momento melhor para uma situação tão íntima? Não, não era. A senhora, e aquele que julgo ser o pai da criança, entraram no Campo Grande e saíram na Av. Brasil. Quem conhece sabe que é um percurso de 10 minutos, no máximo. E, quando chegaram à paragem em que queriam sair, não foram em complicações: toca de saltitar para fora do autocarro, fintar aqueles que se metiam à frente, sempre com a criança a chuchar na dita mama, que se encontrava totalmente exposta.
 Ora bem, não vou esmiuçar o assunto, nem falar do chato que é para os restantes passgeiros e para o bebé. Acho que não há muito a dizer. Mas juro que gostava de ter metade do desenrascanço desta senhora. Não, obviamente, para dar de mamar a um filho nos transportes públicos, enrolado numa manta cheia de borbotos. Mas para outras coisas, mais discretas e consensuais.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Dias assim


  Hoje já chorei e também já ri muito. Acordei com beijinhos, já trabalhei, já me irritei, já estudei, já me senti muito satisfeita com resultados alcançados e também já me senti desmotivada. Hoje cumpri a minha dieta e também já cometi o meu pecado. Hoje já me senti muito cansada para, logo a seguir, me sentir cheia de energia. Fartei-me de andar a pé e agora estou no sofá enrolada na minha manta. Bebi imenso café e imenso chá. Apeteceu-me fumar mas controlei-me. Hoje já me aborreci com o ser humano e vi atitudes de grande generosidade. Hoje senti o meu coração cheio de amor. Mas também me senti um pouco vazia e com saudades de amigos. Hoje já estive nas nuvens e desci a pique para as profundezas do mau humor.
  Agora vou dormir e amanhã vou estar insuportável com tanta boa disposição!

Lisbon evenings


 Esta semana tem sido de pouco sol e de pouca inspiração. Não estou com a neura, não estou chateada com nada nem com ninguém, não aconteceu nada de irremediavelmente mau, continuo apaixonada e afinal o romance não morreu (estava só esquecido a um canto).
 Simplesmente não estou na melhor das disposições. Sinto-me cansada e com vontade de hibernar até melhores dias aparecerem. Muitas vezes, não adianta lutar contra o desânimo, mais vale aceitar estes dias nublados e saber tirar partido deste recolhimento físico e emocional. Para perceber, sem interferências, o que está errado e o que precisamos de mudar. Ou então para, depois, dar mais valor aos bons momentos. E eu tenho a sorte de ter muitos momentos destes, os bons, os que ficam para recordar e onde me agarro quando a alegria parte para outras bandas.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

London mornings



 Não é Londres, obviamente, mas parece. É uma fria manhã em Lisboa, com um nevoeiro bem cerrado e muito frio. Gosto de viver num país onde temos esta variedade de "estados do tempo". Frio, calor, um sol inacreditável mesmo no inverno e dias de nevoeiro, dias bons para a praia, dias bons para chá quente e mantinha no sofá.
Fico feliz com pouco, o que querem?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A precisar muito de música



 E a Ella Fitzgerald acompanha-me.

fins de semana cheios de tudo




 Um domingo em família, com o mais recente elemento, para me encher o coração e dar a certeza que nunca estarei sozinha. Aconteça o que acontecer.
 O Chiado no Natal, as luzes que me encantam e a melhor companhia do mundo.
 E agora, uma nova semana e uma enorme incerteza em relação ao futuro... Sinto, sinceramente, que cheguei a uma fase crucial e que tenho que escolher muito bem o caminho a tomar. Acima de tudo, tenho que pensar em mim primeiro e naquilo que é melhor para mim. E quero ser feliz, quero ser muitooooo feliz!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Vodafone Mexe Fest



Frio. Muito frio.
Mas a animação era muita na avenida mais bonita da cidade.

sábado, 3 de dezembro de 2011

E quando acabarem os feriados...




 ... acabam também os passeios intermináveis por Lisboa?

Sábados

 Por aqui trabalha-se desde manhã cedo. Logo hoje, num sábado radioso estou enclausurada numa sala até às 4 horas da tarde. Mas não faz mal... A noite de ontem foi muito boa (resultados desportivos à parte mas, em relação a isso no comments) com sushi e amigos. O resto do fim de semana será melhor ainda, com sol e beijinhos.
 Ir à luta é sempre difícil, quando nos empenhamos de verdade, mas sabe tão bem sentir que estamos a construir qualquer coisa. Ou a reconstruir o que ficou perdido. Seja como for, o importante é não desistir. Sem nos esquecermos de ser felizes no processo... E eu sou. Quase sempre.

uma das minhas imagens favoritas, tirada daqui

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

numa tarde de estudo e de frio...



... uma música que adoro!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"Ser solteira é que é bom"




 No outro dia, em conversa com umas colegas, discutiamos os prós e contras de ter namorado. Neste momento, jogo pela equipa das casadas (ah que expressão mais linda!) mas fui solteira durante muito tempo e fui muito feliz. Não havia ninguém no meu horizonte que fizesse o meu coração bater mais depressa e que me levasse a apostar em algo mais sério. Tinha a minha vida, as minhas responsabilidades, tinha os meus amigos e a minha família. E isso bastava-me? Na altura sim, estava bem. O amor também me tinha dado uns abanões e não estava para me meter nisso outra vez.
  E são estas as únicas razões que me levam a entender que possa ser melhor “estar solteira”:
  1. Mais vale estarmos sós que mal acompanhadas. Sem dúvida nenhuma.
  2. Temos o coração ferido e precisamos de tempo para recuperar. E há histórias que deixam marcas profundas e que nos fecham o coração por tempo indeterminado.
 Sinceramente não consigo entender as pessoas que não conseguem estar sozinhas, que se contentam com pouco só para terem um namorado, custe o que custar. Ou pessoas que se anulam para não perder o seu mais que tudo e deixam de ser elas próprias. Isso não! Acho que, quando abrimos o coração, tem que ser a alguém digno desse lugar e que encaixe em nós na perfeição. Mas, para isso acontecer, temos que estar mais que bem, connosco e com o mundo, sem histórias do passado para nos atormentar ou inseguranças que não nos deixam seguir em frente.
 Mas não me venham com a história “Ah e tal assim não perco a minha liberdade e faço o que me apetece!”. Oi? Mas desde quando? Porque é que amor e namoro são sinónimos de prisão? E se for assim, se sentimos que a pessoa com quem estamos nos prende e nos inibe, então não é a pessoa certa para nós. Eu não consigo conceber a minha vida sem a minha liberdade mas também já não a imagino sem amor. E é possível conciliar as duas coisas, eu sei que é e tenho uma história a provar isso mesmo. Felizmente encontrei alguém que pensa da mesma maneira que eu e só assim é que vale a pena. Nas coisas importantes e que definem uma relação temos que estar em sintonia, senão nunca iremos chegar ao equilíbrio, que não cai do céu nem aparece por geração espontânea.
 Então não é muito melhor quando encontramos aquela pessoa, aquela que nunca mais queremos largar, nos faz suspirar e ansiar pelo momento em que estamos juntos? Alguém para beijar, abraçar, dormir agarradinho, andar de mão dada, ir ao cinema, jantar fora, dançar até de manhã... Não é muito melhor que estarmos sozinhas?! Eu acho. Aliás, eu tenho a certeza.


 

Tenho sono.

foto daqui

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Romance is dead


 E quando o romance morre? Será que tem o impacto de um piano a cair na nossa cabeça? Ou é algo que nos corrói devagarinho e quando nos apercebemos é tarde demais? E será mesmo tarde demais? Será que é mesmo impossível recuperar as borboletas na barriga, o coração a palpitar, os minutos que nunca mais passam para vermos aquela pessoa?
 E quando isso, de facto, acontece, de uma maneira ou de outra, como devemos reagir? Resignamo-nos ao facto de já sermos crescidos e mentalizamo-nos que uma relação adulta é mesmo assim? Acomodamo-nos à vida em comum que criámos e que já é tão difícil de dissociar, pensamos "ao menos gosto dele e ele gosta de mim" e agarramo-nos com toda a força ao lado prático da vida?
 Ou gritamos e esperneamos com todas as nossas forças até que o universo ou simplesmente a outra pessoa nos oiça e preste atenção? Ou não nos contentamos com pouco e acreditamos que merecemos muito mais e melhor? E depois? Vamos à luta pela paixão que um dia nos uniu ou simplesmente largamos tudo e procuramos mais e melhor?

 Tantas perguntas, tão poucas respostas.


foto daqui

domingo, 13 de novembro de 2011

Nunca é tarde para recomeçar

  Hoje já choveu o suficiente para o resto do Outono mas o céu continua bem negro. Estive o fim de semana inteiro em casa, na mais completa preguiça, só saí ontem à noite para matar saudades e pôr a conversa em dia com grandes amigos que nunca esqueço.
 
  Mas, apesar da inércia que se apoderou de mim, a minha cabeça fervilha e sinto-me cheia de genica. Vem aí mais uma semana cheia de trabalho mas isso não me importa. Tudo me corre o melhor possível e sinto-me bastante motivada. Há tanto para fazer e em tantos e diferentes níveis da minha vida! Só tenho que saber escolher o que é melhor para mim e talvez isso seja o mais díficil... fazer a escolha certa para nós e não olhar mais para trás. Ou saber reconhecer o erro e perceber que não faz mal mudar de ideia e retomar outros caminhos.

foto daqui

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

E nos domingos em que...

...largamos o estudo e vamos passear...





...Lisboa é a cidade perfeita.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Entregue ao desgosto

  • Não fui à primeira aula da manhã (acordei a horas mas não me despachei com a rapidez necessária);
  • Odeio plásticos, borrachas e materiais poliméricos no geral (e tenho teste amanhã);
  • Acabei de comer um chocolate (no comments);
  • Estou com um enorme peso na consciência por ter comido o chocolate (bem feita!);
  • Estou a trabalhar até às 20h (isso é bom);
  • Logo, não vou ao ginásio;
  • No meu íntimo, não ir ao ginásio é motivo para estar feliz (sou uma preguiçosa de primeira categoria);
  • Tenho sono;
  • Apetece-me fugir para uma praia paradisíaca (pode ser Santa Cruz) beber caipirinhas, torrar a pele e dar beijos salgados.
Ainda bem que amanhã é outro dia...
 

domingo, 6 de novembro de 2011

fins de semana sozinha

  Custou-me ficar sozinha este fim de semana mas acho que me fez bem. O tempo voa e eu não consigo agarrá-lo. Tenho que me conformar com isso e retomar o controlo da minha vida.
 E enquanto ponho o meu plano em prática, vou tratando de ser feliz, de manter o meu coração a bater com toda a força e de fazer as coisas que mais gosto. Como comer sushi e ver a Anatomia de Grey, programa de ontem à noite:


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Das palavras que nunca passam de prazo

 "Houve um tempo em que me olhei ao espelho e, confesso, não me reconheci. Vinha cansada de tanto destrate e estava disforme. Olhei de novo e não me reconheci. Nesse dia, assegurei-me de que nunca mais, em toda a minha vida, me contentaria com as sobras fosse lá do que fosse. Por isso, bem vês, o problema não és tu. Sou eu.
 De repente deu-me para ser esquisita e torcer o nariz a restos. Não quero, não gosto, já comi que chegue e cansei-me de esperar pacientemente junto à porta dos fundos que me convidasses para entrar e sentar. Bem vês. O problema não és tu, sou eu. Sou eu quem hoje já não tolera faltas de respeito, esperas sem fim à vista e não aceita menos do que o melhor que a vida tem para lhe dar. Bem vês, o problema não és tu, sou eu.
 O tempo tornou-me exigente. E ensinou-me a partir. Assim, sem mais. Com a convicção de que aquilo que sentimos não justifica [não pode justificar] a forma como somos tratados. Hoje sei que nunca mais ninguém voltará a arrancar-me a pele ou a fazer-me mal, só porque sim. Por isso, bem vês, o problema não és tu, sou eu. Sou eu quem, mesmo correndo o risco de se perder por aí, já não sabe viver de afectos pela metade." 



Há pessoas que para além de escreverem para lá de bem ainda acertam em cheio nas palavras.
Nesta fase da minha vida não me identifico particularmente com o que está escrito mas nem sempre foi assim.
As mulheres deviam ler isto todos os dias para não se esquecerem que não podem NUNCA contentar-se com pouco...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

9:05 am Olá Outono

tirei da internet... sei lá eu de onde!

domingo, 21 de agosto de 2011

Foste feita para mim


Pois fui. Sem dúvidas.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Já não se escrevem cartas de amor

Carta de 21 de Junho de 2011, num dia como todos os outros. Devia ter começado por "Querido João" mas na era electrónica parece que já não faz sentido.


«Há dias assim, dias em que temos que pôr tudo o que sentimos cá para fora. Hoje é o dia.
Nunca ninguém, no seu perfeito juízo, disse que uma relação a dois não dava trabalho, era fácil ou que todos os dias eram felizes. Não são. Tem, isso sim, que valer a pena. E a nossa vale muito a pena. Todos os dias. Mesmo com todas as incertezas, dramas, neuras, pasta dos dentes no espelho da casa de banho, roupa espalhada pela casa, camisas amarrotadas.

E é por isso que, passados todos estes anos, tantos que já nem os conto, muito mais do que alguma vez pensei que pudesse aturar alguém, eu não me esqueço que tive muita sorte do dia em que te encontrei e agradeço a deus ou sei lá a quem por ter tido a clareza de espírito de ter olhado bem para ti e ter percebido logo a pessoa fantástica que és. Com tantos defeitos mas infinitas qualidades. E não me arrependo nem um pouco de todas as vezes que larguei o meu orgulho e corri atrás de ti, mesmo quando tu pedias para eu te deixar ir, ainda bem que tive a coragem de nunca te deixar fugir, mesmo quando acreditava que já não era capaz de lutar mais.

Enfim... era isto que eu queria dizer. Obrigada por seres assim, obrigada por me aturares todos os dias, obrigada por me teres recebido na tua casa e na tua vida de uma forma tão fácil e tão natural. Obrigada por me teres escolhido naquelas escadas do Túnel e por teres postos aqueles pozinhos na minha bebida e que ainda hoje fazem efeito. Todos os dias gosto mais de ti.

Beijinhos, Joana»




quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Por aqui

  • Arranjei um trabalho de escritório das 9 às 19h para estes 15 dias de Agosto. Não era isto que eu queria? Agora toma.
  • Regressei a Lisboa de bagagem cheia para a nova temporada. Daqui a nada é Setembro e o mundo regressa ao seu eixo.
  • O calor resolveu esperar que eu começasse a trabalhar para aparecer, como não podia deixar de ser. Voltei a rezar o terço para o bom tempo ao fim de semana (e feriado que se aproxima!).
  • Este ano não há São Martinho, tardes de piscina, jantares animados e bailarico à noite para ninguém. Se houver praia nos próximos dias já sou uma felizarda.
  • Namorado querido está no sul de Itália com a família e tem o telemóvel desligado, como não podia deixar de ser. Aguardo os presentes prometidos.

Estou bem.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Não devia ser assim

Hoje é o meu último dia de trabalho. Acho que isto significa... hum... férias. Estou em pânico.

sábado, 16 de abril de 2011

Ando para aqui a dormir ou quê?


A banda vai passando e eu não saio do mesmo sítio. Pelo andar da carruagem nunca acabarei o curso...

quinta-feira, 31 de março de 2011

O que foi? Nada... Gosto de ti.



Eu amo-te sem saber como, ou quando, ou a partir de onde. Eu simplesmente amo-te, sem problemas ou orgulho: eu amo-te desta maneira porque não conheço qualquer outra forma de amar sem ser esta, onde não existe eu ou tu, tão intimamente que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão, tão intimamente que quando adormeço os teus olhos fecham-se.
 
Pablo Neruda, in "Cem Sonetos de Amor"

quarta-feira, 30 de março de 2011

Primavera

  
imagem daqui

Me


imagem daqui



Gosto de dormir. E de preguiçar.
Também gosto de me envolver numa tarefa e de fazer o melhor possível.
Esperei muito das pessoas e desiludi-me.
Hoje sou mais paciente.
Não sei o que quero. Mas quando descubro não páro.
Guardo tudo cá dentro e ás vezes sinto que vou rebentar.
Outras vezes não consigo ficar calada.
Mas não tenho mau feitio. A sério que não.
Só que nem sempre sou fácil.
Para os outros e para mim mesma.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Depois de ter chegado ao fundo, comecei a subir

foto tirada daqui
 Foram tempos difíceis dentro da minha cabeça e do meu coração. Acredito que podia ter caído numa depressão se não tivesse lutado tanto por me manter minimamente estável.
 Mas sobrevivi e aqui estou. A viver em Lisboa com a pessoa que mais adoro neste mundo, arranjei um part-time bem jeitoso, todos os dias encontro mais um bocadinho de motivação para acabar o curso e até vou ao ginásio. Olha, estou feliz. Prontos.

sábado, 29 de janeiro de 2011

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Este Natal quero...

lamento mas não me lembro de onde tirei esta foto...

... para mim e para toda a gente!