sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sou altamente talentosa a...

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Alfama 1 - Barcelona 0


 O meu namorado foi ontem para Barcelona. Numa alegria meio parva e que me estava a irritar um bocadinho lá o vi desaparecer pela porta do elevador para um fim de semana inteirinho de óptimos passeios e loucas noites naquela cidade fantástica. Podia ser qualquer outra cidade do mundo que eu já ficava um bocadinho amuada mas tinha que ser Barcelona para me tirar do sério, aquela cidade enche-me as medidas e de que maneira!
 Claro que toda eu era um poço de compreensão: “Fazes bem, trabalhas tanto, mereces uns diazinhos”, “que bom, vai ser mesmo giro e assim até podes desenjoar um bocadinho de mim”. Mas por dentro a história era outra! Mas quem é que teve a put@ da ideia para a porra desta viagem?!?! Quando eu souber quem foi o infeliz desocupado com falta de sexo que convidou o meu Joãozinho para três dias de fiestas e Ramblas e copos e espanholas atrevidas nem a Sagrada Família poderá acudi-lo.

 Para me vingar (ui, que vingança cruel!) fui sair com pessoas novas e diferentes para sítios novos e diferentes e diverti-me muito. O desgraçado de mi corazón ia para bem longe mas eu não cruzei os braços. E ainda bem porque reaprendi que a vida ainda tem muito para nos oferecer, mesmo quando achamos que ela estagnou um bocadinho. E que, em cada esquina, há pessoas que não conhecemos e que talvez valham a pena. E esta cidade também ainda tem muito para descobrir, visitar e revisitar. Quais Barcelonas e Bairros Góticos e Gaudis e Mirós quais quê? Pfff!

 E Alfama é linda!


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Adufe Bar - imagem daqui

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Love it #1

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 Quem diria que a azeitona daria um creme tão bom? Não sou fã de cheiros muito intensos e este é muito suave e agradável. Presente do João, claro...


E hoje...

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... sushi (adoro!), Robert Downey Jr (amo!) e a melhor companhia do mundo para uma noite mesmo boa...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Resoluções para 2012

 Tal como prometido, pensei muito nas minhas resoluções para este ano mas a única conclusão a que cheguei foi esta:



Next Year,
Things are gonna change,
Gonna drink less beer
And start all over again
Gonna pull up my socks
Gonna clean my shower
Not gonna live by the clock
But get up at a decent hour
Gonna read more books
Gonna keep up with the news
Gonna learn how to cook
And spend less money on shoes
Pay my bills on time
File my mail away, everyday
Only drink the finest wine
And call my Gran every Sunday
Resolutions
Well Baby they come and go
Will I do any of these things?
The answer's probably no
But if there's one thing, I must do,
Despite my greatest fears
I'm gonna say to you
How I've felt all of these years
Next Year, Next Year, Next Year
I gonna tell you, how I feel
Well, resolutions
Baby they come and go
Will I do any of these things?
The answer's probably no
But if there's one thing, I must do,
Despite my greatest fears
I'm gonna say to you
How I've felt all of these years
Next Year, Next Year, Next Year


domingo, 8 de janeiro de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

State of mind #4

 Com uma neura pra lá de aceitável.

autor desconhecido


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

E para melhorar a festa

 Almocei uma francesinha. Sim, essa mesmo, a gordurosa e picante. E foi no Porto? É que se foi no Porto não há problema, até seria pecado lá ir e não comer uma francesinha! Pois, não foi no Porto, foi aqui mesmo em Lisboa, num restaurante em Alvalade. Comi tudo e soube-me mesmo bem.
 Não é preciso colete de forças. Eu entrego-me voluntariamente.

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Internem-me, por favor!

 Gastei 74 cêntimos a ligar para o passatempo do programa do Goucha. Sem comentários.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Sabes que não podes estar bem quando...

 De manhã quase choras a ver o Querida Júlia e à tarde te emocionas com a Fátima Lopes. E o pior de tudo é que a televisão não tinha som, bastou-me ler as letras no rodapé para ficar com a lágrima no canto  do olho. Acho que vou ali beber um copo de vinho (ou uma garrafa inteira) para ver se isto passa. Amanhã tiro as dúvidas sobre o meu estado emocional e ponho-me a ver o programa do Goucha. Que mais me faltará?

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

E começou assim

 O ano começou muito bem! Com o João, sempre, com amigos daqueles mesmo bons, com abraços apertados e bem sentidos, beijos que me trouxeram a certeza que em 2012 nada mudará para nós e toda a alegria que eu quero ter na minha vida nos próximos 365 dias.
 Não fiz as minhas resoluções para este ano porque não me apeteceu pensar muito nisso. Sinceramente não me apeteceu pensar em nada, apenas saborear aqueles momentos com as minhas pessoas favoritas. Mas fica prometido que, mesmo que não as publique aqui, vou parar uns segundos para pensar e escrever tudo o que vai ser importante para mim em 2012. Acho que já tenho uma ideia...




Olá 2012!

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2011 - 4ºcapítulo

Há muitas coisas que gostaria de ter feito diferente. Devia ter tido mais paciência para os meus pais que sentem muito a minha ausência lá em casa e ter compensado mais a distância que agora existe. Sei que tenho muita sorte e talvez não dê o devido valor. É algo a reparar em 2012.
 Sei também que, apesar de me considerar uma pessoa tolerante, não sou muito compatível com certos modos de estar, diferentes do meu. Até hoje, tudo bem, nunca tive probelmas com isso. Mas quando a vida nos traz pessoas novas que não queremos nem podemos descartar, somos obrigados a virar as agulhas para outro lado, abrir os horizontes e deixar passar. Afinal de contas, como diz a música, muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa. Por isso, com conta, peso e medida, vou respirar fundo e abraçar todas estas coisas novas, sem perder a noção de mim própria e dos limites que tracei há muito para mim e para todos os que me rodeiam. Sem excepções.
 Prometi cuidar mais de mim e nem sempre cumpri o prometido. Tratei religiosamente da minha tiróide, fui ao ginásio (às vezes), fui ao nutricionista e cumpri quase sempre o plano, andei com a depilação em dia todo o ano, aderi ao gel nas unhas. Mas, também nisto, preciso ser mais disciplinada e não me esquecer de mim e do meu bem-estar. A verdade é que o dinheiro também não abunda para estas coisas. Quando o Tio Belmiro e o Tio Jerónimo não levam tudo, sou assaltada por um receio de chegar ao fim do mês sem dinheiro ou que possa fazer-me falta para qualquer coisa mais urgente. Por isso, vou adiando e colocando para 2ºplano estas pequenas coisas que me fazem tão feliz. E a verdade, é que sou muito preguiçosa e desajeitada para fazer eu mesma, em casa. É mais um assunto a rever para o próximo ano.
 
 Foi um bom ano. Cresci muito e isso nota-se. Continuo apaixonada e a viver a história de amor que sempre quis. Com altos e baixos mas tão boa. O trabalho é para manter e a faculdade continua a progredir, embora a passo de caracol. Também não faz mal, o importante é que vou tentar dar o meu melhor. O início do ano não será muito feliz com a saúde do cãozinho a piorar de dia para dia. Não quero chorar tudo já, quero guardar lágrimas para a saudade, lágrimas para limpar a tristeza que tenho a certeza que irei sentir.

 Agora vou arrumar as malas e partir para dois dias fantásticos, vou despedir-me de 2011 com toda a alegria, brindar ao novo ano com a melhor companhia do mundo e pedir com muita força todos os desejos a que tenho direito. O mais importante é ser feliz. Mas isso eu já sou. Não todos os dias mas na grande maioria deles.


imagem tirada daqui



2011 - 3ºcapítulo

 Este ano fortaleci uma amizade que recuperei em 2010 e que juguei perdida para sempre. E é uma sensação fantástica! Saber que tudo nesta vida tem cura, basta nós querermos. Saber reconhecer que a adolescência não é uma época para ser levada a sério, que tudo tem um tempo e um espaço na nossa vida. Há coisas que ficarão para sempre gravadas nesse filme e que apenas servem para encher a caixa das memórias mas há outras que fiz questão de trasportar para o meu presente e para o meu futuro e sinto-me muito feliz por isso. Acho que crescer é isto mesmo. E este ano traz novos desafios, uma distância que não vai custar assim tanto porque sabemos que estaremos sempre perto uma da outra. E por muitas voltas que a vida dê, nós voltamos sempre aqui, à mesma rua, aos mesmos sítios. Ou então, reconstruiremos tudo noutro lado. A amizade não tem fronteiras.

No entanto, este ano também me afastei de alguns amigos. Não por divergências ou atritos mas porque o tempo passa e nós não damos por isso. Um dia não posso eu, outro dia não podes tu e quando vamos a ver passaram-se meses. Morro de saudades dos meus amigos, aqueles de sempre e para sempre e que nunca esquecerei, por mais que o tempo passe por nós e a geografia nos afaste. 2012 será um ano diferente. Tenho a certeza.

2011 - 2ºcapítulo

 2011 foi também o ano em que, definitivamente, me instalei em Lisboa e na vida do João. Foi o ano em que senti, sem sombra de dúvidas, que aquela é a minha casa, a que escolhi para ser feliz, e aquela para onde tenho vontade de voltar. Sempre. Está cada vez mais bonita e mais confortável e é maravilhoso ver que, aos poucos, a nossa casa é o reflexo de nós próprios. No entanto, esta mudança trouxe também coisas menos boas e houve momentos de angústia e algum desânimo. O primeiro que disser que construir uma vida a dois não custa, não traz atritos e conflitos é um grande mentiroso ou, então, não sabe do que fala. Às vezes, eu puxo de um lado, ele puxa de outro, eu quero impôr a minha maneira e ele quer impôr a dele. Não nasci para viver uma vida aborrecida, muito menos no Amor, não quero nunca cair na banalidade, não quero nem devo contentar-me com pouco. Caramba, por que é que não posso ter tudo? Uma pacata vida a dois mas com toda a intensidade a que temos direito. Por que é que jugam que não é possível conjugar as duas coisas, a rotina inevitável e a paixão desenfreada, que nos acelera o coração e dá anos de vida? Eu quero tudo isto! Quero as brigas sobre questões domésticas mas quero beijos de saudade, quero momentos de silêncio ao jantar mas quero mensagens apaixonadas a meio da tarde, quero a tranquilidade de saber que ele está para chegar mas contar os minutos para ouvir a chave na porta. Sou uma romântica incurável e disso não abro mão. Uma coisa é certa: ele faz-me incrivelmente feliz, mais do que alguma vez pensei que fosse possível.

2011 - 1ºcapítulo

 A ideia era vim aqui, desde o Natal até ao Ano Novo, fazer um balanço sobre o ano que passou. Um assunto de cada vez, ao longo destes dias, para encerrar o ano com tudo arrumado na minha cabeça. Mas não foi possível. Passei a semana com o coração nas mãos, o nosso cãozinho que nos acompanha há 17 anos tem estado muito doente e acreditámos que aquilo que mais temíamos tinha chegado. Mas este cão é um resistente e tem vindo a melhorar de dia para dia, apesar de ainda exigir muitos cuidados.
 Nunca fui pessoa de fazer grandes retrospectivas. Também nunca liguei muito ao simbolismo da passagem de ano. É só mais um motivo para juntar amigos e para uma noite de animação. Mas desta vez é diferente. 2011 foi um ano muito intenso e tenho grandes expectativas para 2012.

 Bem, eu vim aqui foi para falar do meu ano de 2011 e por isso aqui vai, custe o que custar:

 Ter começado a trabalhar foi, sem dúvida, o que mais marcou o meu ano. É um emprego para desenrascar, sem grandes aspirações e que também não puxa muito pelo intelecto mas permite-me ter o meu dinheiro e a minha indepêndencia. Bem, ainda não é uma indepêndencia total, o meu querido pai ainda me dá uma ajuda preciosa para as propinas, o seguro do carro, e outras despesas ocasionais. Não sei o que seria de mim sem ele... mesmo com todo o seu mau feitio é um óptimo pai e nunca deixou que faltasse nada. Mas isso são outra conversas. Trabalhar foi a melhor coisa que me aconteceu este ano e que permitiu que outras coisas boas acontecessem na minha vida.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

sem título e sem grandes conversas


Em modo off até voltar a ter o coração no sítio.


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Até já

 Hoje vim de carro para o trabalho, armada em fina. Isto de uma pessoa ser aumentada e receber uma bonificação de fim de ano em plena crise dá para estas coisas. Toca a gastar gasolina e um balúrdio de parquímetro (esta doeu!), afinal os senhores da Galp e da Emel também precisam, coitadinhos.
 E depois, vou para casa, arrumar as minhas tralhas e partir para o Natal, que é passado em Lisboa mas em modo vai e volta para a casa dos paizinhos, como manda a tradição. Se o meu coração aguentar só regressarei a casa em 2012. O velho cliché aplica-se bem aqui: "Home is where the heart is" e o meu está ali, no Lumiar. Quanto a isso não há nada a fazer.
 Depois do Natal regresso aos estudos em modo intensivo com uma pausa para dois dias de loucura na viragem do ano. Tenho a certeza que vai ser pra lá de espectacular! E a partir daí, espera-me um ano novinho em folha para eu fazer dele o que bem me apetecer. E isso é muito bom!

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FELIZ NATAL!


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Neura 1 - Espírito Natalício 0




 De casa da minha avó vê-se o rio. Bem, hoje não. Hoje via-se meia ponte. Mas não deixa de ser uma vista fantástica.
 Os presentes de Natal estão todos comprados, mesmo os que estavam no topo da lista. Até o trapinho para esperar o Pai Natal já cá canta.
 Entretanto fui atacada por uma neura gigantesca e tentei curá-la com massa, cogumelos e vinho tinto. Ajudou um pouco, precisava deste aconchego no fim deste dia estafante e sensível. Mas há qualquer coisa aqui dentro que ainda não está bem. E talvez nunca venha a estar, totalmente bem, para dizer a verdade. E enquanto não arrumo estes assuntos chatos, podia distrair-me com o Natal. Tenho a árvore cheia de luzes e enfeites, os presentes à volta, pais natal de chocolate espalhados pela sala. Mas será que o Natal é só isto? Enfim, não me sinto muito natalícia hoje... Talvez amanhã, quando chegar a casa e provar os sonhos de abóbora acabados de fazer eu seja invadida pelo mais profundo espírito natalício e o meu interior fique mais a condizer com a quadra.