sábado, 17 de dezembro de 2011

Hoje apetece-me mesmo isto


E amigos amigos amigos amigos e amigos.


I'm not a morning person


07:45 - Avenida de Roma

 Mas tenho muita pena.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Vinha mesmo a calhar


foto e receita aqui



 Mesmo assim, continuo a achar que foi uma grande ajuda ter um nutricionista giro e autoritário. “Pão de sementes? Nem pensar!”, “então e onde é que está a proteína? Não ingeres proteínas?”, “molho de iogurte acabou!”. Ainda bem que não o questionei acerca de sushi, álcool e outras coisa que não vale a pena enumerar.
  A verdade é que não alterei de forma radical os meus hábitos alimentares mas aprendi a disciplinar-me e a planear melhor as minhas refeições, até o snack a meio da manhã. Acima de tudo, não passo fome! Claro que,dependendo dos dias, ainda há momentos complicados, especialmente ao fim do dia, em que o recomendado não me chega. Preciso sempre de mais qualquer coisa, especialmente se estiver em casa. Se estiver a estudar então não há hipótese, preciso de calorias! É assunto a acertar no início do próximo ano, quando lá voltar. E para lhe confessar que sou uma pecadora e faço muitas asneiras... Ai ai ai!

Tudo isto para dizer que emagreci 2 quilos

  A tiróide resolveu dar-me algum descanso. Continua em más lençois com anticorpos maus a fazerem-lhe a vida negra mas parece que, por agora, deixou que alguém fizesse o trabalho por ela. Alguém é como quem diz aquele comprimidinho branco que tomo religiosamente todas as manhãs e que me acompanhará para o resto dos meus dias. Vou continuar com as análises regulares, uma ou outra ecografia mas, para já, o primeiro objectivo foi cumprido: acertámos na dose da medicação e o meu corpo já não sofre de forma tão drástica a ineficácia da tiróide.
  Tudo isto para dizer o quê? Então é assim: acabaram-se as desculpas para os quilos a mais, para o cansaço constante, para as neuras que surgem do nada, para o cabelo que não vale nada, para as unhas miseráveis. A partir de agora, a minha tiróide está quimicamente substituida e já não interfere com o pleno funcionamento deste corpo e EU sou a única responsável por torná-lo naquilo que pretendo.
  É altura de mostrar o que sou verdadeiramente. E sim, estou assustada. Fiquei sem bode expiatório.



quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

No meu bairro é Natal



 Não há iluminações de Natal na Av. Liberdade, no Rossio ou na Av. Roma? Quero lá saber! A minha rua está cheia de luz e eu gosto disso.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O que vejo por aí

 Ontem, vi uma senhora dar de mamar ao seu bebé em pleno autocarro da carris. Era uma viagem longa e sem hipótese de esperar um momento melhor para uma situação tão íntima? Não, não era. A senhora, e aquele que julgo ser o pai da criança, entraram no Campo Grande e saíram na Av. Brasil. Quem conhece sabe que é um percurso de 10 minutos, no máximo. E, quando chegaram à paragem em que queriam sair, não foram em complicações: toca de saltitar para fora do autocarro, fintar aqueles que se metiam à frente, sempre com a criança a chuchar na dita mama, que se encontrava totalmente exposta.
 Ora bem, não vou esmiuçar o assunto, nem falar do chato que é para os restantes passgeiros e para o bebé. Acho que não há muito a dizer. Mas juro que gostava de ter metade do desenrascanço desta senhora. Não, obviamente, para dar de mamar a um filho nos transportes públicos, enrolado numa manta cheia de borbotos. Mas para outras coisas, mais discretas e consensuais.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Dias assim


  Hoje já chorei e também já ri muito. Acordei com beijinhos, já trabalhei, já me irritei, já estudei, já me senti muito satisfeita com resultados alcançados e também já me senti desmotivada. Hoje cumpri a minha dieta e também já cometi o meu pecado. Hoje já me senti muito cansada para, logo a seguir, me sentir cheia de energia. Fartei-me de andar a pé e agora estou no sofá enrolada na minha manta. Bebi imenso café e imenso chá. Apeteceu-me fumar mas controlei-me. Hoje já me aborreci com o ser humano e vi atitudes de grande generosidade. Hoje senti o meu coração cheio de amor. Mas também me senti um pouco vazia e com saudades de amigos. Hoje já estive nas nuvens e desci a pique para as profundezas do mau humor.
  Agora vou dormir e amanhã vou estar insuportável com tanta boa disposição!

Lisbon evenings


 Esta semana tem sido de pouco sol e de pouca inspiração. Não estou com a neura, não estou chateada com nada nem com ninguém, não aconteceu nada de irremediavelmente mau, continuo apaixonada e afinal o romance não morreu (estava só esquecido a um canto).
 Simplesmente não estou na melhor das disposições. Sinto-me cansada e com vontade de hibernar até melhores dias aparecerem. Muitas vezes, não adianta lutar contra o desânimo, mais vale aceitar estes dias nublados e saber tirar partido deste recolhimento físico e emocional. Para perceber, sem interferências, o que está errado e o que precisamos de mudar. Ou então para, depois, dar mais valor aos bons momentos. E eu tenho a sorte de ter muitos momentos destes, os bons, os que ficam para recordar e onde me agarro quando a alegria parte para outras bandas.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

London mornings



 Não é Londres, obviamente, mas parece. É uma fria manhã em Lisboa, com um nevoeiro bem cerrado e muito frio. Gosto de viver num país onde temos esta variedade de "estados do tempo". Frio, calor, um sol inacreditável mesmo no inverno e dias de nevoeiro, dias bons para a praia, dias bons para chá quente e mantinha no sofá.
Fico feliz com pouco, o que querem?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A precisar muito de música



 E a Ella Fitzgerald acompanha-me.

fins de semana cheios de tudo




 Um domingo em família, com o mais recente elemento, para me encher o coração e dar a certeza que nunca estarei sozinha. Aconteça o que acontecer.
 O Chiado no Natal, as luzes que me encantam e a melhor companhia do mundo.
 E agora, uma nova semana e uma enorme incerteza em relação ao futuro... Sinto, sinceramente, que cheguei a uma fase crucial e que tenho que escolher muito bem o caminho a tomar. Acima de tudo, tenho que pensar em mim primeiro e naquilo que é melhor para mim. E quero ser feliz, quero ser muitooooo feliz!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Vodafone Mexe Fest



Frio. Muito frio.
Mas a animação era muita na avenida mais bonita da cidade.

sábado, 3 de dezembro de 2011

E quando acabarem os feriados...




 ... acabam também os passeios intermináveis por Lisboa?

Sábados

 Por aqui trabalha-se desde manhã cedo. Logo hoje, num sábado radioso estou enclausurada numa sala até às 4 horas da tarde. Mas não faz mal... A noite de ontem foi muito boa (resultados desportivos à parte mas, em relação a isso no comments) com sushi e amigos. O resto do fim de semana será melhor ainda, com sol e beijinhos.
 Ir à luta é sempre difícil, quando nos empenhamos de verdade, mas sabe tão bem sentir que estamos a construir qualquer coisa. Ou a reconstruir o que ficou perdido. Seja como for, o importante é não desistir. Sem nos esquecermos de ser felizes no processo... E eu sou. Quase sempre.

uma das minhas imagens favoritas, tirada daqui

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

numa tarde de estudo e de frio...



... uma música que adoro!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"Ser solteira é que é bom"




 No outro dia, em conversa com umas colegas, discutiamos os prós e contras de ter namorado. Neste momento, jogo pela equipa das casadas (ah que expressão mais linda!) mas fui solteira durante muito tempo e fui muito feliz. Não havia ninguém no meu horizonte que fizesse o meu coração bater mais depressa e que me levasse a apostar em algo mais sério. Tinha a minha vida, as minhas responsabilidades, tinha os meus amigos e a minha família. E isso bastava-me? Na altura sim, estava bem. O amor também me tinha dado uns abanões e não estava para me meter nisso outra vez.
  E são estas as únicas razões que me levam a entender que possa ser melhor “estar solteira”:
  1. Mais vale estarmos sós que mal acompanhadas. Sem dúvida nenhuma.
  2. Temos o coração ferido e precisamos de tempo para recuperar. E há histórias que deixam marcas profundas e que nos fecham o coração por tempo indeterminado.
 Sinceramente não consigo entender as pessoas que não conseguem estar sozinhas, que se contentam com pouco só para terem um namorado, custe o que custar. Ou pessoas que se anulam para não perder o seu mais que tudo e deixam de ser elas próprias. Isso não! Acho que, quando abrimos o coração, tem que ser a alguém digno desse lugar e que encaixe em nós na perfeição. Mas, para isso acontecer, temos que estar mais que bem, connosco e com o mundo, sem histórias do passado para nos atormentar ou inseguranças que não nos deixam seguir em frente.
 Mas não me venham com a história “Ah e tal assim não perco a minha liberdade e faço o que me apetece!”. Oi? Mas desde quando? Porque é que amor e namoro são sinónimos de prisão? E se for assim, se sentimos que a pessoa com quem estamos nos prende e nos inibe, então não é a pessoa certa para nós. Eu não consigo conceber a minha vida sem a minha liberdade mas também já não a imagino sem amor. E é possível conciliar as duas coisas, eu sei que é e tenho uma história a provar isso mesmo. Felizmente encontrei alguém que pensa da mesma maneira que eu e só assim é que vale a pena. Nas coisas importantes e que definem uma relação temos que estar em sintonia, senão nunca iremos chegar ao equilíbrio, que não cai do céu nem aparece por geração espontânea.
 Então não é muito melhor quando encontramos aquela pessoa, aquela que nunca mais queremos largar, nos faz suspirar e ansiar pelo momento em que estamos juntos? Alguém para beijar, abraçar, dormir agarradinho, andar de mão dada, ir ao cinema, jantar fora, dançar até de manhã... Não é muito melhor que estarmos sozinhas?! Eu acho. Aliás, eu tenho a certeza.


 

Tenho sono.

foto daqui

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Romance is dead


 E quando o romance morre? Será que tem o impacto de um piano a cair na nossa cabeça? Ou é algo que nos corrói devagarinho e quando nos apercebemos é tarde demais? E será mesmo tarde demais? Será que é mesmo impossível recuperar as borboletas na barriga, o coração a palpitar, os minutos que nunca mais passam para vermos aquela pessoa?
 E quando isso, de facto, acontece, de uma maneira ou de outra, como devemos reagir? Resignamo-nos ao facto de já sermos crescidos e mentalizamo-nos que uma relação adulta é mesmo assim? Acomodamo-nos à vida em comum que criámos e que já é tão difícil de dissociar, pensamos "ao menos gosto dele e ele gosta de mim" e agarramo-nos com toda a força ao lado prático da vida?
 Ou gritamos e esperneamos com todas as nossas forças até que o universo ou simplesmente a outra pessoa nos oiça e preste atenção? Ou não nos contentamos com pouco e acreditamos que merecemos muito mais e melhor? E depois? Vamos à luta pela paixão que um dia nos uniu ou simplesmente largamos tudo e procuramos mais e melhor?

 Tantas perguntas, tão poucas respostas.


foto daqui