terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Dias assim


  Hoje já chorei e também já ri muito. Acordei com beijinhos, já trabalhei, já me irritei, já estudei, já me senti muito satisfeita com resultados alcançados e também já me senti desmotivada. Hoje cumpri a minha dieta e também já cometi o meu pecado. Hoje já me senti muito cansada para, logo a seguir, me sentir cheia de energia. Fartei-me de andar a pé e agora estou no sofá enrolada na minha manta. Bebi imenso café e imenso chá. Apeteceu-me fumar mas controlei-me. Hoje já me aborreci com o ser humano e vi atitudes de grande generosidade. Hoje senti o meu coração cheio de amor. Mas também me senti um pouco vazia e com saudades de amigos. Hoje já estive nas nuvens e desci a pique para as profundezas do mau humor.
  Agora vou dormir e amanhã vou estar insuportável com tanta boa disposição!

Lisbon evenings


 Esta semana tem sido de pouco sol e de pouca inspiração. Não estou com a neura, não estou chateada com nada nem com ninguém, não aconteceu nada de irremediavelmente mau, continuo apaixonada e afinal o romance não morreu (estava só esquecido a um canto).
 Simplesmente não estou na melhor das disposições. Sinto-me cansada e com vontade de hibernar até melhores dias aparecerem. Muitas vezes, não adianta lutar contra o desânimo, mais vale aceitar estes dias nublados e saber tirar partido deste recolhimento físico e emocional. Para perceber, sem interferências, o que está errado e o que precisamos de mudar. Ou então para, depois, dar mais valor aos bons momentos. E eu tenho a sorte de ter muitos momentos destes, os bons, os que ficam para recordar e onde me agarro quando a alegria parte para outras bandas.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

London mornings



 Não é Londres, obviamente, mas parece. É uma fria manhã em Lisboa, com um nevoeiro bem cerrado e muito frio. Gosto de viver num país onde temos esta variedade de "estados do tempo". Frio, calor, um sol inacreditável mesmo no inverno e dias de nevoeiro, dias bons para a praia, dias bons para chá quente e mantinha no sofá.
Fico feliz com pouco, o que querem?

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A precisar muito de música



 E a Ella Fitzgerald acompanha-me.

fins de semana cheios de tudo




 Um domingo em família, com o mais recente elemento, para me encher o coração e dar a certeza que nunca estarei sozinha. Aconteça o que acontecer.
 O Chiado no Natal, as luzes que me encantam e a melhor companhia do mundo.
 E agora, uma nova semana e uma enorme incerteza em relação ao futuro... Sinto, sinceramente, que cheguei a uma fase crucial e que tenho que escolher muito bem o caminho a tomar. Acima de tudo, tenho que pensar em mim primeiro e naquilo que é melhor para mim. E quero ser feliz, quero ser muitooooo feliz!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Vodafone Mexe Fest



Frio. Muito frio.
Mas a animação era muita na avenida mais bonita da cidade.

sábado, 3 de dezembro de 2011

E quando acabarem os feriados...




 ... acabam também os passeios intermináveis por Lisboa?

Sábados

 Por aqui trabalha-se desde manhã cedo. Logo hoje, num sábado radioso estou enclausurada numa sala até às 4 horas da tarde. Mas não faz mal... A noite de ontem foi muito boa (resultados desportivos à parte mas, em relação a isso no comments) com sushi e amigos. O resto do fim de semana será melhor ainda, com sol e beijinhos.
 Ir à luta é sempre difícil, quando nos empenhamos de verdade, mas sabe tão bem sentir que estamos a construir qualquer coisa. Ou a reconstruir o que ficou perdido. Seja como for, o importante é não desistir. Sem nos esquecermos de ser felizes no processo... E eu sou. Quase sempre.

uma das minhas imagens favoritas, tirada daqui

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

numa tarde de estudo e de frio...



... uma música que adoro!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"Ser solteira é que é bom"




 No outro dia, em conversa com umas colegas, discutiamos os prós e contras de ter namorado. Neste momento, jogo pela equipa das casadas (ah que expressão mais linda!) mas fui solteira durante muito tempo e fui muito feliz. Não havia ninguém no meu horizonte que fizesse o meu coração bater mais depressa e que me levasse a apostar em algo mais sério. Tinha a minha vida, as minhas responsabilidades, tinha os meus amigos e a minha família. E isso bastava-me? Na altura sim, estava bem. O amor também me tinha dado uns abanões e não estava para me meter nisso outra vez.
  E são estas as únicas razões que me levam a entender que possa ser melhor “estar solteira”:
  1. Mais vale estarmos sós que mal acompanhadas. Sem dúvida nenhuma.
  2. Temos o coração ferido e precisamos de tempo para recuperar. E há histórias que deixam marcas profundas e que nos fecham o coração por tempo indeterminado.
 Sinceramente não consigo entender as pessoas que não conseguem estar sozinhas, que se contentam com pouco só para terem um namorado, custe o que custar. Ou pessoas que se anulam para não perder o seu mais que tudo e deixam de ser elas próprias. Isso não! Acho que, quando abrimos o coração, tem que ser a alguém digno desse lugar e que encaixe em nós na perfeição. Mas, para isso acontecer, temos que estar mais que bem, connosco e com o mundo, sem histórias do passado para nos atormentar ou inseguranças que não nos deixam seguir em frente.
 Mas não me venham com a história “Ah e tal assim não perco a minha liberdade e faço o que me apetece!”. Oi? Mas desde quando? Porque é que amor e namoro são sinónimos de prisão? E se for assim, se sentimos que a pessoa com quem estamos nos prende e nos inibe, então não é a pessoa certa para nós. Eu não consigo conceber a minha vida sem a minha liberdade mas também já não a imagino sem amor. E é possível conciliar as duas coisas, eu sei que é e tenho uma história a provar isso mesmo. Felizmente encontrei alguém que pensa da mesma maneira que eu e só assim é que vale a pena. Nas coisas importantes e que definem uma relação temos que estar em sintonia, senão nunca iremos chegar ao equilíbrio, que não cai do céu nem aparece por geração espontânea.
 Então não é muito melhor quando encontramos aquela pessoa, aquela que nunca mais queremos largar, nos faz suspirar e ansiar pelo momento em que estamos juntos? Alguém para beijar, abraçar, dormir agarradinho, andar de mão dada, ir ao cinema, jantar fora, dançar até de manhã... Não é muito melhor que estarmos sozinhas?! Eu acho. Aliás, eu tenho a certeza.


 

Tenho sono.

foto daqui

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Romance is dead


 E quando o romance morre? Será que tem o impacto de um piano a cair na nossa cabeça? Ou é algo que nos corrói devagarinho e quando nos apercebemos é tarde demais? E será mesmo tarde demais? Será que é mesmo impossível recuperar as borboletas na barriga, o coração a palpitar, os minutos que nunca mais passam para vermos aquela pessoa?
 E quando isso, de facto, acontece, de uma maneira ou de outra, como devemos reagir? Resignamo-nos ao facto de já sermos crescidos e mentalizamo-nos que uma relação adulta é mesmo assim? Acomodamo-nos à vida em comum que criámos e que já é tão difícil de dissociar, pensamos "ao menos gosto dele e ele gosta de mim" e agarramo-nos com toda a força ao lado prático da vida?
 Ou gritamos e esperneamos com todas as nossas forças até que o universo ou simplesmente a outra pessoa nos oiça e preste atenção? Ou não nos contentamos com pouco e acreditamos que merecemos muito mais e melhor? E depois? Vamos à luta pela paixão que um dia nos uniu ou simplesmente largamos tudo e procuramos mais e melhor?

 Tantas perguntas, tão poucas respostas.


foto daqui

domingo, 13 de novembro de 2011

Nunca é tarde para recomeçar

  Hoje já choveu o suficiente para o resto do Outono mas o céu continua bem negro. Estive o fim de semana inteiro em casa, na mais completa preguiça, só saí ontem à noite para matar saudades e pôr a conversa em dia com grandes amigos que nunca esqueço.
 
  Mas, apesar da inércia que se apoderou de mim, a minha cabeça fervilha e sinto-me cheia de genica. Vem aí mais uma semana cheia de trabalho mas isso não me importa. Tudo me corre o melhor possível e sinto-me bastante motivada. Há tanto para fazer e em tantos e diferentes níveis da minha vida! Só tenho que saber escolher o que é melhor para mim e talvez isso seja o mais díficil... fazer a escolha certa para nós e não olhar mais para trás. Ou saber reconhecer o erro e perceber que não faz mal mudar de ideia e retomar outros caminhos.

foto daqui

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

E nos domingos em que...

...largamos o estudo e vamos passear...





...Lisboa é a cidade perfeita.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Entregue ao desgosto

  • Não fui à primeira aula da manhã (acordei a horas mas não me despachei com a rapidez necessária);
  • Odeio plásticos, borrachas e materiais poliméricos no geral (e tenho teste amanhã);
  • Acabei de comer um chocolate (no comments);
  • Estou com um enorme peso na consciência por ter comido o chocolate (bem feita!);
  • Estou a trabalhar até às 20h (isso é bom);
  • Logo, não vou ao ginásio;
  • No meu íntimo, não ir ao ginásio é motivo para estar feliz (sou uma preguiçosa de primeira categoria);
  • Tenho sono;
  • Apetece-me fugir para uma praia paradisíaca (pode ser Santa Cruz) beber caipirinhas, torrar a pele e dar beijos salgados.
Ainda bem que amanhã é outro dia...
 

domingo, 6 de novembro de 2011

fins de semana sozinha

  Custou-me ficar sozinha este fim de semana mas acho que me fez bem. O tempo voa e eu não consigo agarrá-lo. Tenho que me conformar com isso e retomar o controlo da minha vida.
 E enquanto ponho o meu plano em prática, vou tratando de ser feliz, de manter o meu coração a bater com toda a força e de fazer as coisas que mais gosto. Como comer sushi e ver a Anatomia de Grey, programa de ontem à noite:


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Das palavras que nunca passam de prazo

 "Houve um tempo em que me olhei ao espelho e, confesso, não me reconheci. Vinha cansada de tanto destrate e estava disforme. Olhei de novo e não me reconheci. Nesse dia, assegurei-me de que nunca mais, em toda a minha vida, me contentaria com as sobras fosse lá do que fosse. Por isso, bem vês, o problema não és tu. Sou eu.
 De repente deu-me para ser esquisita e torcer o nariz a restos. Não quero, não gosto, já comi que chegue e cansei-me de esperar pacientemente junto à porta dos fundos que me convidasses para entrar e sentar. Bem vês. O problema não és tu, sou eu. Sou eu quem hoje já não tolera faltas de respeito, esperas sem fim à vista e não aceita menos do que o melhor que a vida tem para lhe dar. Bem vês, o problema não és tu, sou eu.
 O tempo tornou-me exigente. E ensinou-me a partir. Assim, sem mais. Com a convicção de que aquilo que sentimos não justifica [não pode justificar] a forma como somos tratados. Hoje sei que nunca mais ninguém voltará a arrancar-me a pele ou a fazer-me mal, só porque sim. Por isso, bem vês, o problema não és tu, sou eu. Sou eu quem, mesmo correndo o risco de se perder por aí, já não sabe viver de afectos pela metade." 



Há pessoas que para além de escreverem para lá de bem ainda acertam em cheio nas palavras.
Nesta fase da minha vida não me identifico particularmente com o que está escrito mas nem sempre foi assim.
As mulheres deviam ler isto todos os dias para não se esquecerem que não podem NUNCA contentar-se com pouco...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

9:05 am Olá Outono

tirei da internet... sei lá eu de onde!