segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Romance is dead


 E quando o romance morre? Será que tem o impacto de um piano a cair na nossa cabeça? Ou é algo que nos corrói devagarinho e quando nos apercebemos é tarde demais? E será mesmo tarde demais? Será que é mesmo impossível recuperar as borboletas na barriga, o coração a palpitar, os minutos que nunca mais passam para vermos aquela pessoa?
 E quando isso, de facto, acontece, de uma maneira ou de outra, como devemos reagir? Resignamo-nos ao facto de já sermos crescidos e mentalizamo-nos que uma relação adulta é mesmo assim? Acomodamo-nos à vida em comum que criámos e que já é tão difícil de dissociar, pensamos "ao menos gosto dele e ele gosta de mim" e agarramo-nos com toda a força ao lado prático da vida?
 Ou gritamos e esperneamos com todas as nossas forças até que o universo ou simplesmente a outra pessoa nos oiça e preste atenção? Ou não nos contentamos com pouco e acreditamos que merecemos muito mais e melhor? E depois? Vamos à luta pela paixão que um dia nos uniu ou simplesmente largamos tudo e procuramos mais e melhor?

 Tantas perguntas, tão poucas respostas.


foto daqui

domingo, 13 de novembro de 2011

Nunca é tarde para recomeçar

  Hoje já choveu o suficiente para o resto do Outono mas o céu continua bem negro. Estive o fim de semana inteiro em casa, na mais completa preguiça, só saí ontem à noite para matar saudades e pôr a conversa em dia com grandes amigos que nunca esqueço.
 
  Mas, apesar da inércia que se apoderou de mim, a minha cabeça fervilha e sinto-me cheia de genica. Vem aí mais uma semana cheia de trabalho mas isso não me importa. Tudo me corre o melhor possível e sinto-me bastante motivada. Há tanto para fazer e em tantos e diferentes níveis da minha vida! Só tenho que saber escolher o que é melhor para mim e talvez isso seja o mais díficil... fazer a escolha certa para nós e não olhar mais para trás. Ou saber reconhecer o erro e perceber que não faz mal mudar de ideia e retomar outros caminhos.

foto daqui

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

E nos domingos em que...

...largamos o estudo e vamos passear...





...Lisboa é a cidade perfeita.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Entregue ao desgosto

  • Não fui à primeira aula da manhã (acordei a horas mas não me despachei com a rapidez necessária);
  • Odeio plásticos, borrachas e materiais poliméricos no geral (e tenho teste amanhã);
  • Acabei de comer um chocolate (no comments);
  • Estou com um enorme peso na consciência por ter comido o chocolate (bem feita!);
  • Estou a trabalhar até às 20h (isso é bom);
  • Logo, não vou ao ginásio;
  • No meu íntimo, não ir ao ginásio é motivo para estar feliz (sou uma preguiçosa de primeira categoria);
  • Tenho sono;
  • Apetece-me fugir para uma praia paradisíaca (pode ser Santa Cruz) beber caipirinhas, torrar a pele e dar beijos salgados.
Ainda bem que amanhã é outro dia...
 

domingo, 6 de novembro de 2011

fins de semana sozinha

  Custou-me ficar sozinha este fim de semana mas acho que me fez bem. O tempo voa e eu não consigo agarrá-lo. Tenho que me conformar com isso e retomar o controlo da minha vida.
 E enquanto ponho o meu plano em prática, vou tratando de ser feliz, de manter o meu coração a bater com toda a força e de fazer as coisas que mais gosto. Como comer sushi e ver a Anatomia de Grey, programa de ontem à noite:


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Das palavras que nunca passam de prazo

 "Houve um tempo em que me olhei ao espelho e, confesso, não me reconheci. Vinha cansada de tanto destrate e estava disforme. Olhei de novo e não me reconheci. Nesse dia, assegurei-me de que nunca mais, em toda a minha vida, me contentaria com as sobras fosse lá do que fosse. Por isso, bem vês, o problema não és tu. Sou eu.
 De repente deu-me para ser esquisita e torcer o nariz a restos. Não quero, não gosto, já comi que chegue e cansei-me de esperar pacientemente junto à porta dos fundos que me convidasses para entrar e sentar. Bem vês. O problema não és tu, sou eu. Sou eu quem hoje já não tolera faltas de respeito, esperas sem fim à vista e não aceita menos do que o melhor que a vida tem para lhe dar. Bem vês, o problema não és tu, sou eu.
 O tempo tornou-me exigente. E ensinou-me a partir. Assim, sem mais. Com a convicção de que aquilo que sentimos não justifica [não pode justificar] a forma como somos tratados. Hoje sei que nunca mais ninguém voltará a arrancar-me a pele ou a fazer-me mal, só porque sim. Por isso, bem vês, o problema não és tu, sou eu. Sou eu quem, mesmo correndo o risco de se perder por aí, já não sabe viver de afectos pela metade." 



Há pessoas que para além de escreverem para lá de bem ainda acertam em cheio nas palavras.
Nesta fase da minha vida não me identifico particularmente com o que está escrito mas nem sempre foi assim.
As mulheres deviam ler isto todos os dias para não se esquecerem que não podem NUNCA contentar-se com pouco...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

9:05 am Olá Outono

tirei da internet... sei lá eu de onde!

domingo, 21 de agosto de 2011

Foste feita para mim


Pois fui. Sem dúvidas.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Já não se escrevem cartas de amor

Carta de 21 de Junho de 2011, num dia como todos os outros. Devia ter começado por "Querido João" mas na era electrónica parece que já não faz sentido.


«Há dias assim, dias em que temos que pôr tudo o que sentimos cá para fora. Hoje é o dia.
Nunca ninguém, no seu perfeito juízo, disse que uma relação a dois não dava trabalho, era fácil ou que todos os dias eram felizes. Não são. Tem, isso sim, que valer a pena. E a nossa vale muito a pena. Todos os dias. Mesmo com todas as incertezas, dramas, neuras, pasta dos dentes no espelho da casa de banho, roupa espalhada pela casa, camisas amarrotadas.

E é por isso que, passados todos estes anos, tantos que já nem os conto, muito mais do que alguma vez pensei que pudesse aturar alguém, eu não me esqueço que tive muita sorte do dia em que te encontrei e agradeço a deus ou sei lá a quem por ter tido a clareza de espírito de ter olhado bem para ti e ter percebido logo a pessoa fantástica que és. Com tantos defeitos mas infinitas qualidades. E não me arrependo nem um pouco de todas as vezes que larguei o meu orgulho e corri atrás de ti, mesmo quando tu pedias para eu te deixar ir, ainda bem que tive a coragem de nunca te deixar fugir, mesmo quando acreditava que já não era capaz de lutar mais.

Enfim... era isto que eu queria dizer. Obrigada por seres assim, obrigada por me aturares todos os dias, obrigada por me teres recebido na tua casa e na tua vida de uma forma tão fácil e tão natural. Obrigada por me teres escolhido naquelas escadas do Túnel e por teres postos aqueles pozinhos na minha bebida e que ainda hoje fazem efeito. Todos os dias gosto mais de ti.

Beijinhos, Joana»




quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Por aqui

  • Arranjei um trabalho de escritório das 9 às 19h para estes 15 dias de Agosto. Não era isto que eu queria? Agora toma.
  • Regressei a Lisboa de bagagem cheia para a nova temporada. Daqui a nada é Setembro e o mundo regressa ao seu eixo.
  • O calor resolveu esperar que eu começasse a trabalhar para aparecer, como não podia deixar de ser. Voltei a rezar o terço para o bom tempo ao fim de semana (e feriado que se aproxima!).
  • Este ano não há São Martinho, tardes de piscina, jantares animados e bailarico à noite para ninguém. Se houver praia nos próximos dias já sou uma felizarda.
  • Namorado querido está no sul de Itália com a família e tem o telemóvel desligado, como não podia deixar de ser. Aguardo os presentes prometidos.

Estou bem.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Não devia ser assim

Hoje é o meu último dia de trabalho. Acho que isto significa... hum... férias. Estou em pânico.

sábado, 16 de abril de 2011

Ando para aqui a dormir ou quê?


A banda vai passando e eu não saio do mesmo sítio. Pelo andar da carruagem nunca acabarei o curso...

quinta-feira, 31 de março de 2011

O que foi? Nada... Gosto de ti.



Eu amo-te sem saber como, ou quando, ou a partir de onde. Eu simplesmente amo-te, sem problemas ou orgulho: eu amo-te desta maneira porque não conheço qualquer outra forma de amar sem ser esta, onde não existe eu ou tu, tão intimamente que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão, tão intimamente que quando adormeço os teus olhos fecham-se.
 
Pablo Neruda, in "Cem Sonetos de Amor"

quarta-feira, 30 de março de 2011

Primavera

  
imagem daqui

Me


imagem daqui



Gosto de dormir. E de preguiçar.
Também gosto de me envolver numa tarefa e de fazer o melhor possível.
Esperei muito das pessoas e desiludi-me.
Hoje sou mais paciente.
Não sei o que quero. Mas quando descubro não páro.
Guardo tudo cá dentro e ás vezes sinto que vou rebentar.
Outras vezes não consigo ficar calada.
Mas não tenho mau feitio. A sério que não.
Só que nem sempre sou fácil.
Para os outros e para mim mesma.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Depois de ter chegado ao fundo, comecei a subir

foto tirada daqui
 Foram tempos difíceis dentro da minha cabeça e do meu coração. Acredito que podia ter caído numa depressão se não tivesse lutado tanto por me manter minimamente estável.
 Mas sobrevivi e aqui estou. A viver em Lisboa com a pessoa que mais adoro neste mundo, arranjei um part-time bem jeitoso, todos os dias encontro mais um bocadinho de motivação para acabar o curso e até vou ao ginásio. Olha, estou feliz. Prontos.

sábado, 29 de janeiro de 2011

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Este Natal quero...

lamento mas não me lembro de onde tirei esta foto...

... para mim e para toda a gente!

sábado, 4 de dezembro de 2010

Já temos árvore de natal e um camadão de nervos



 Foi uma azáfama esta semana para comprar a árvore de Natal e arranjar os enfeites a tempo da chegada do João, prevista para hoje. Valeu a pena e a árvore está pra lá de linda! Só tenho pena que seja um pouco escanzelada, coitadita...

 Depois tenho a dizer que, se a paródia que se passa com os controladores aéreos espanhóis atrasar, ou condicionar de alguma forma, o regresso do João, temos padeira de Aljubarrota mais uma vez. Ai temos sim!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Feriados

São João da Caparica




 Depois de uma noite bem simpática de boa música e boa companhia, reservei o feriado para ir ver o mar e para almoçar com a minha prima R. Adiei tempo de mais este programa a duas e decidi que desta vez não passava. As famílias podem ser complicadas, os afastamentos inevitáveis e eu sou muitas vezes implacável. Mas o dia foi muito bom e eu quero repetir. Vamos deixar para os adultos os problemas e aproveitar a amizade que criámos.